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Márcia Buzalaf
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Calçadão reclama verba paga a lojistas

Calçadão reclama verba paga por lojistas

Texto: Márcia Buzalaf

A Associação das Empresas do Calçadão

(AEC) de Bauru está reclamando o repasse de verbas da Taxa de Utilização do Calçadão, que deveria ter sido feito pela Prefeitura Municipal e pago pelos 140 lojistas do centro. De acordo com o presidente da AEC, Luiz Antônio Colpani, 32 anos, o grande problema é que os lojistas pagaram a obrigação para a Prefeitura, que deveria ficar apenas com 5% da verba. No entanto, desde novembro, o repasse não está sendo feito.

O primeiro tesoureiro da AEC, Jamil Obeid, afirma que o dinheiro

é revertido para o pagamento da segurança, higiene, manutenção e funcionários da associação.

A lei municipal que rege o calçadão data de 17 de junho de 1994. Conforme a lei, 95% da verba paga pelos lojistas para a Prefeitura deve ser remetida para a AEC no último dia do mês. "Mas há uma tolerância até o dia 5", completa Obeid.

A taxa é paga de acordo com a metragem da área de vendas que o lojista tem, segundo afirma o primeiro secretário da associação, Odair Secco Cristóvam. A taxa varia de R$ 10,00 a R$ 800,00.

A inadimplência dos lojistas, segundo Colpani, gira em torno de 20%, mas não compromete a receita da associação, que já prevê esta taxa. A receita da associação gira em torno de R$ 12 mil.

A grande crítica feita pelos membros da associação

é em relação à cobrança que os lojistas fazem do dinheiro que eles pagam todo dia 20. O pagamento da segurança, da limpeza e do salário e 13.º dos quatro funcionários da associação estão em atraso.

O presidente da AEC pediu uma previsão de repasse da Prefeitura, que alegou que não tem previsão de pagamento.

As consequências, na opinião de Colpani, podem ser o fechamento da associação. O contrato com a Prefeitura vence dia 17 de junho deste ano.

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