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Paulo Toledo
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Mesa redonda discute jornada de trabalho no Branco do Brasil

Mesa redonda discute jornada de trabalho no Banco do Brasil

Texto: Paulo Toledo

Foi realizada, ontem, na subdelegacia regional do Ministério do Trabalho, em Bauru, mesa redonda entre o Banco do Brasil, o Sindicato dos Bancários e Financiários de Bauru e Região e a subdelegacia. A conversação foi provocada pelo Sindicato para discutir a jornada de trabalho dos empregados da instituição financeira.

Marcos Aurélio Silvestre, 32 anos, diretor do sindicato, destacou que, em decorrência das diversas fiscalizações ocorridas nas últimas semanas, a pedido da entidade, foi constatado que a maior parte do funcionalismo do Banco faz hora extra habitual, o que é irregular. "A hora extra somente pode ser feita em casos excepcionais, nunca com frequência, conforme a legislação vigente. Assim, o objetivo do sindicato é solucionar esse problema", destacou.

Representando o banco, compareceram Edgar Mendes Batista Júnior, 46 anos, superintendente estadual da Área de Planejamento e Logística do Banco do Brasil, o superintendente Regional, José Marconi Guimarães, o gerente da agência Bauru, Norton de Souza, e o advogado Edmundo Fraga. Representando o sindicato e o funcionalismo do BB de Bauru e Região, estiveram presentes o advogado do Sindicato, Sérgio Luiz Ribeiro e outros diretores.

Batista Jr. afirmou que o banco está aberto à discussão com o sindicato. Ele disse, porém, estar surpreendido com o número de visitas que os fiscais do Ministério do Trabalho tem feito às agências do banco. "Estávamos surpresos, mas é a função que tem que ser exercida, compete a eles esse trabalho. Vínhamos recebendo autuações que nosso pessoal estava trabalhando além do horário, sem receber horas extras", afirmou.

O superintendente estadual disse que o encontro serviu para esclarecer qual é a política de recursos humanos do BB. Ele disse que o horário de trabalho é seis horas e tudo que exceder a isso deve ser pago.

O superintendente disse que o banco comprometeu-se a analisar a questão e fazer uma revisão da dotação da força de trabalho vinculada a todas as dependências vinculadas à base sindical de Bauru. Em 30 dias haverá uma nova mesa redonda para discutir o assunto e buscar soluções.

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