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Acordo coletivo

Redação
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Impasse bloqueia acordo entre comerciários e comerciantes

Impasse bloqueia acordo entre comerciários e comerciantes

Um impasse está bloqueando o acordo coletivo entre o Sindicato dos Empregados no Comércio de Bauru e do Sindicato do Comércio Varejista (SinComércio) desde 1.º de novembro de 98. Os funcionários do comércios reivindicam um reajuste salarial maior do que aquele ofertado pela categoria patronal.

O sindicato dos trabalhadores afirma que a última proposta do SinComércio foi de 1,5% retroativo a novembro do ano passado mais 1,5% a partir de junho de 99. O presidente do SinComércio, Walace Garroux Sampaio, afirma que o reajuste é de 3%, já que a categoria não pode arcar com o custo do impasse nos meses anteriores ao acordo, entre novembro de 98 e junho de 99.

Na opinião do sindicato dos comerciários, as propostas apresentadas pelos patronais são menores do que as de cidades de menor porte da região. Como exemplo, é citado Botucatu, em que os comerciários conseguiram reajuste de 3% retroativos a novembro/98 e, os de Marília, 3,8% também retroativos ao mesmo mês. O SinComércio afirma que existem várias outras cidades que estão fornecendo um reajuste menor do que em Bauru.

Sampaio afirma que o reajuste proposto para o piso, de aproximadamente 10%, é um dos maiores propostos pelos sindicatos patronais. Outro ponto que Sampaio destaca na discussão é que o reajuste dos menores também teve índices menores em outras cidades do Estado.

A diretoria do sindicato dos trabalhadores está estudando os próximos passos a serem trilhados, pois consideram a proposta patronal inaceitável. Sampaio afirma que o reajuste proposto "é o limite do que os comerciantes podem pagar", lembrando da crise econÃmica pela qual passa o comércio.

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