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Redação
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"Espionagem"

O vereador tucano e oposicionista Toninho Garmes teceu críticas ao presidente do DAE, Flávio Uchoa, na última sessão da Câmara, dizendo que recebeu informações de que há espionagem contra os funcionários, através de câmeras de vídeo e outros equipamentos, na autarquia.

"Padre João" reage

Houve dois tipos de reações, ontem, na rua Padre João. A da presidência, através da assessoria de imprensa, que colocou o DAE à disposição de Garmes para uma varredura total no órgão, com peritos que o vereador quiser. Outra reação, mais forte, foi a de Joaquim Neto, da assessoria de comunicação.

Segurança I

Neto mostrou-se indignado e, antes de dizer que os vereadores fazem esse tipo de crítica porque não têm propostas para a cidade, afirmou que as câmeras de vídeo instaladas são para a segurança do DAE, como em qualquer outro ramo de atividade, seja ele público ou privado.

Segurança II

Detalhando, o assessor disse que as câmeras estão instaladas nas várias entradas do DAE, que toma quase um quarteirão inteiro, no banco e em outros pontos estratégicos do ponto de vista da segurança patrimonial. "E foram todas instaladas através de licitação e por empresa que entende do assunto", acrescentou.

Uso da tribuna

Joaquim Neto lamentou que Garmes, assim como outros vereadores, como Rubens Spíndola e Rogério Medina, todos da oposição, "se escudem na imunidade parlamentar e só falem essas coisas na tribuna e não em um outro local". Por fim, desafiou os vereadores a permitir que ele faça uso da mesma tribuna para dizer o que pensa.

Conversações

E por falar em Prefeitura, o PPS andou conversando com o PSDB nos últimos dias, mais precisamente com Natan Chaves. Já o PSDB, que anda com fome de conversa, deverá voltar a se reunir com o PFL e o PTB na semana que vem. Pode estar germinando uma aliança.

Nó jurídico

Um intrincado nó jurídico a proposta da Prefeitura de ceder 899 terrenos dos lotes urbanizados para a Cohab em troca de parte da "dívida" que o Executuvo tem com a empresa, em razão dos descontos concedidos a mutuários dos núcleos Mary Dota, Índia Vanuíre e Edson Francisco. O executivo se posiciona nesta edição.

Incoerência ao avesso

Uma coisa não justifica a outra, mas é importantíssimo lembrar que esta mesma Câmara que vetou, na última segunda-feira, a quitação de parte da dívida com a Cohab é que aprovou, em 97, a doação dos mesmos lotes à companhia de habitação. Ou seja, doar pode, mas dar em pagamento, não!

Por que será?

Por que será que o vereador Harley Caçador votou a favor do parecer de ilegalidade ao projeto de doação dos lotes à Cohab, contra a postura da bancada de seu partido, o PPB? Até onde a coluna conseguiu apurar, a explicação estaria na Regional do Jardim Redentor.

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