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Prevenção fonoaudiológica

Redação
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A USC oferece gratuitamente à população carente prevenção fonoaudiológica a crianças a partir do 15.º dia de vida Bebês a partir do 15.º dia de vida participam do Programa de Prevenção, Detecção e Intervenção Fonoaudiológica Precoce (Ceps), que é realizado na Clínica de Educação Para a Saúde da Universidade do Sagrado Coração (USC). Esse serviço, que é destinado à comunidade de forma gratuita, visa orientar pais e responsáveis quanto ao desenvolvimento normal da audição e linguagem dos recém-nascidos.De acordo com o programa, as crianças são atendidas até completarem 5 anos. Nos doze primeiros meses de vida, devem comparecer à clínica mensalmente. Essa periodicidade é maior ou menor dependendo da idade e do paciente. Quando é detectado algum problema, ele é atendido semanalmente. Desde sua implantação, há três anos, o programa já atendeu cerca de 500 bebês.Segundo uma das professoras responsáveis, a fonoaudióloga Laís Odila Silveira Camargo, o objetivo é prevenir ou amenizar possíveis alterações no desenvolvimento da audição e da linguagem. Ela explica que, na primeira consulta, são levantados dados que vão apontar se há possíveis riscos, como caso de surdez ou problemas de linguagem na família, e se a criança nasceu prematura.Feito esse primeiro levantamento, a criança passa a ser acompanhada nas etapas de seu desenvolvimento motor, psíquico e auditivo verbal. Os estudantes e professores avaliam se o que o bebê faz é adequado àquela idade. Caso contrário, estimulam as crianças e as mães para manobras facilitadoras em casa. A cada mês, a resposta aos estímulos auditivos deve ser mais complexa, diz.Segundo Laís, a família também é orientada, uma vez que pequenos atos podem ajudar no desenvolvimento auditivo e de linguagem da criança. Um exemplo é a própria amamentação, que ajuda a desenvolver a musculatura da fala. A posição em que a criança é colocada no berço e o tipo de som que se ouve em casa também ajudam ou atrapalha os bebês.O programa tem inscrições abertas durante todo o anos e os pais podem interromper o acompanhamento antes dos 5 anos. Quando atendida ainda recém-nascida, é possível prevenir problemas. No caso de portadores da síndrome de Down, quanto mais cedo os portadores são tratados, mais fácil de amenizar os problemas de atrasos motores de linguagem. As responsáveis pelo programa são as professoras Laís e Sandra de Oliveira Saes.Aos 9 meses, a criança passa por uma audiometria pediátrica e, se for detectado problemas, é encaminhada a outras especialidades médicas, como neurologista, já que a Ceps trabalha com equipe multiprofissional. Além disso, já na segunda consulta, o bebê é encaminhado a um profissional de odontologia e a mãe orientada a fazer e higiene bucal do filho logo cedo.ServiçoOs atendimentos são oferecidos gratuitamente a toda a comunidade, com hora marcada. Os horários disponíveis são às terças e quartas-feiras, a partir das 13h30. Os interessados devem agendar atendimento pelos telefones (14) 235-7062 e 235-7304. A Ceps fica no câmpus universitário: rua Irmã Arminda, 10-50, Jardim Brasil.

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