Tenho observado o tremendo absurdo quanto à segurança efetuada por carros-fortes. Os vigilantes saem de seu interior carregando os malotes e/ou do interior do Banco para os referidos carros, enquanto seus companheiros, (no meio da multidão), portam ostensivamente armas (revólveres, escopetas, etc.)... Para quê? Ele está preparado para enfrentar bandidos nessa situação? Será que estão preparados para não se confundirem e sair atirando? A arma está praticamente em punho, ao lado de clientes na fila, transeuntes na calçada (jovens, velhos, crianças e até bebês). Será que ninguém pode fazer nada para que tenhamos a verdadeira segurança? Não podemos continuar expostos a mais esse perigo, além dos que já passamos no nosso dia-a-dia! Estar em segurança significa estar convivendo com uma probabilidade mínima de riscos.Como militante na área de Segurança, sempre acreditei ser a melhor, mais eficaz, mais barata, quase sem riscos para a população, é a informação adequada, a observação constante para que se possa, com antecedência, determinar ameaça efetiva ou em potencial, economizar meios disponíveis para utilizá-los em locais e momentos mais propícios, planejamento adequado, para que nossa Polícia seja comunicada em casos de suspeita e possa atuar no caso de risco de assalto, etc; não podemos ficar alheios a essa insegurança e deixar para fazer alguma coisa somente após alguma ocorrência, que poderá ter conseqüências gravíssimas para nossa população. Vamos discutir meios mais eficazes e seguros para que o malote chegue ao banco sem risco para clientes e população em geral. (Luiz Aparecido Ornelas - RG. 6.295.174)
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