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Sindicato dos Vigilantes contesta argumento do delegado da DIG

Redação
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O presidente do Sindicato dos Vigilantes Noturnos Autônomos e Desarmados de Bauru, Maurício da Silva Rodrigues e o tesoureiro, Eduardo da Silva contestaram na última sexta-feira as afirmações feitas pelo delegado da DIG/Garra, J.J. Cardia em matéria publicada na edição de domingo, dia 17. Eles alegam que o delegado é quem quer complicar a situação. Os sindicalistas dizem que a carteira fornecida pelo sindicato não tem nada a ver com a carteira emitida pela polícia. O delegado não entendeu. Aquela é carteira de associado.Nós também, queremos que todos estejam dentro da lei, é bom para todo mundo. Para ser associado do sindicato não é necessário a interferência da polícia.O presidente acha que quem está dificultando as coisas é o delegado. Nós tentamos facilitar o trabalho dele. Entramos com o pedido para renovar as credenciais de vários vigilantes sindicalizados e ele não emitiu as carteiras, no ano passado. Ele não aceita o trabalho do sindicato.Os sindicalistas dizem que já conversaram com o diretor do Deinter 4, Anivaldo Registro, sobre o assunto. Ele entendeu o nosso trabalho e disse que a DIG/Garra de Bauru não cadastrou nenhum vigilante em São Paulo conforme está previsto no decreto estadual.O presidente do sindicato diz que se for para obedecer o decreto da forma como está, a delegacia precisa fazer a sua parte. O delegado cadastra só em Bauru e emite as carteiras por aqui. No decreto está previsto uma carteira padrão, emitida por São Paulo.Eles contestam também, algumas exigências que o delegado diz que são necessárias. É absurdo ele exigir um abaixo-assinado dos moradores. Os moradores não vão aceitar fazer, antes deles mostrarem serviço.

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