Muitas vezes é difícil aceitar a dura realidade. Mas para evoluirmos devemos em primeiro lugar aceitar as coisas tal como elas realmente são.
Na Idade Média, um doente não era tratado como alguém que deveria ser assistido mas, sim, como um senhor a ser servido.
Passado tanto tempo, em pleno começo do III Milênio, ao analisarmos sob a luz da razão, chegamos a isso: o ser humano hoje vive na mais completa indigência moral e espiritual.
Vários munícipes da periferia têm reclamado da falta de médicos pediatras nos postos de saúde de seus respectivos bairros. Só existe pediatra no Pronto-Socorro anexo ao Hospital de Base.
Tamanha é a falta de respeito para com os cidadãos. Dinheiro para contratar o terceiro assessor tem; mas para contratar médicos, não. Como os poderes públicos explicam isso? Se é que tem alguma explicação.
A saúde é o maior patrimônio de uma pessoa. A Constituição diz: Saúde é um direito do cidadão e dever do Estado.
Como a cidade de Bauru pôde chegar a esta situação?
Com a palavra os poderes públicos.
Aqui também vai um alerta a todas as associações de moradores: o que vocês estão fazendo para corrigir tamanho descalabro? (José Carlos Felix de Abreu - RG: 9.914.647)