Após o reajuste do salário mínimo, de R$ 151,00 para R$ 180,00, o grupo de apoio ao Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou o aumento no limite do valor de financiamento de casas com o dinheiro do Fundo, destinado a famílias com renda de até 20 mínimos, ou R$ 3,6 mil. No texto redigido pelo grupo, que ainda terá que ser aprovado pelo Conselho, a correção aplicada é de 19,22%. Ou seja, o teto para os imóveis na planta passará de R$ 50,4 mil para R$ 60,08 mil. O valor da renda máxima de quem pode se beneficiar com o empréstimo subirá de R$ 3,02 mil para R$ 3,6 mil.
A proposta do grupo também eleva o limite do financiamento dos imóveis já edificados de R$ 40,41 mil para R$ 48,17 mil. A faixa de renda continua fixada em 12 salários mínimos, mas o valor teve correção, passando de R$ 1,81 mil para até R$ 2,16 mil. Para ambas as modalidades (imóvel pronto ou na planta), a compra com recursos do FGTS é válida para unidades avaliadas em até R$ 62 mil.
Em Bauru, a Caixa Econômica Federal (CEF) ainda não havia sido notificada oficialmente sobre a mudança, até ontem. Mas, de acordo com o gerente de mercado do Escritório de Negócios (EN) da instituição, Wanglei Rodrigues Taú, geralmente o agente financeiro passa a trabalhar com os novos valores cerca de uma semana após a aprovação da correção pelo Conselho Curador do FGTS.