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Medicina Quântica: o ser deve morrer de velhice

Fabiana Teófilo
| Tempo de leitura: 3 min

Esse novo conceito da área médica leva por água abaixo muitos mitos criados pela sociedade. A Medicina Quântica proporciona um estudo fiel do corpo humano e do ser que é capaz de curar todas as doenças, fazendo com que o indivíduo morra de velhice e nunca por algo incurável

Esta denominação deriva da Física Quântica e expressa uma determinada quantidade de energia emitida por partículas atômicas; pode-se entender que esta forma alternativa de medicina lida com campos energéticos.

Trata-se de um conjunto de procedimentos clínicos devidamente metodizados, que atuando de forma física (no sentido de não química) restitui de maneira rápida e eficaz o estado de saúde relativa individual. Está baseado na física moderna e pós-moderna e introduz uma nova visão de conjunto das patologias orgânicas, abordando-as no âmbito atômico ou ainda no interior do átomo.

De acordo com o médico Victor Mattos, pioneiro em Medicina Quântica (MQ) no Brasil, ela chega o mais próximo possível das causas essenciais, o que se constitui num aumento considerável do nível de exatidão diagnóstica e terapêutica. A MQ não é necessariamente humana, podendo também ser incorporada pela veterinária numa próxima etapa, disse.

Ele explicou que a MQ está fundamentada em uma teoria completa e definitiva: a Teoria Quântica ou Mecânica Quântica. A MQ é, portanto, nesse momento de nossas vidas a concepção mais perfeita de uma ciência que estuda e entende a vida orgânica como manifestação sistêmica ao nível de um ecossistema de um corpo celeste, envolvendo, portanto a todas as ciências subsidiárias, indo da Física de Descartes, e Newton à de Neils Bohr e Einstein. Nem por isso, no entanto, constitui-se a MQ numa verdade maior, mas sim numa verdade complementar que coloca o conhecimento dos micromecanismos inerentes às funções vitais, ao alcance dos médicos de um modo geral, dando-lhes uma visão mais exata e perfeita do ser orgânico, explicou.

A MQ teve início na Europa há mais ou menos trinta e sete anos quando físicos famosos estabeleceram as novas bases do que se chamaria em seguida de Medicina Moderna. Como procedimento clínico, seu início foi marcado por experiências conjuntas no Canadá, Espanha, França, Inglaterra, Argentina e Estados Unidos, sendo a ordem hierárquica segundo os níveis de desenvolvimento. Existe como disciplina teórico/prática há 34 anos e só há cerca de dez anos, o médico Victor Mattos a trouxe da Argentina para o Brasil, através do Instituto Brasileiro de Metodologia Quântica - IBQM, que vem atuando como um meio de divulgação.

Mattos disse que não se trata, contudo de uma panacéia capaz de tratar e curar os males do mundo como num passe de mágica, e sim, de enfoque dinâmico que contribui para o esclarecimento, por exemplo, de muitas questões relativas às doenças crônicas do tipo autoimune.

Futuro da Medicina Quântica no Brasil

A MQ tem o seu futuro assegurado no Brasil, como em qualquer país. Emprega métodos científicos que fazem parte da cultura moderna e instrumen-tação técnica que faz parte da logística médica.

A exemplo da Medicina Hiperbárica (que emprega câmaras de descompressão de mergulhadores no tratamento até de infecções), da MO (que emprega conceitos de físico-química para desintoxicar o organismo), da cirurgia a laser, do ultra-som empregado para destruição de cálculos renais (lithotripsia), da Medicina Nuclear de outras inúmeras técnicas de atendimento terapêutico que foram incorporadas pela medicina tradicional, Mattos disse que a MQ será, sem dúvida, uma conquista tecnológica que veio para ficar e fará parte do arsenal do terapeuta atualizado no combate às mazelas humanas.

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