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Pagamento de PIS cresceu 8% em Bauru

Paulo Toledo
| Tempo de leitura: 2 min

Na região, foram pagos 236 mil abonos e rendimentos, num total de R$ 10,64 mi. Em Bauru, o valor ficou em R$ 2 mi

O valor dos saques dos abonos e rendimentos do Programa de Integração Social (PIS), na região do Escritório de Negócios (EN) da Caixa Econômica Federal (CEF), teve um crescimento de 5,61%, saltando de R$ 10,077 milhões, no exercício 1999-2000, para R$ 10,643 milhões, em 2000-2001. Wanglei Rodrigues Taú, gerente de Mercado no EM da Caixa, revelou que, na cidade de Bauru, o crescimento foi maior, chegando a 8,01%, saltando de R$ 1,875 milhão para R$ 2,025 milhões.

Em relação ao número de atendimentos, também houve aumento na região, saltando de 217,75 mil para 236,16 mil, numa variação de 8,45%. Na cidade de Bauru, o aumento também foi maior, chegando a 13,6%, saltando de 39,81 mil para 45,23 mil. Tanto em relação ao valor quanto ao atendimento, o Escritório de Negócios não informou o que percentualmente representa o pagamento de abono e a quitação de rendimentos.

Taú destaca que, em todo Brasil, os pagamentos de abonos e rendimentos do PIS, fecharam o exercício 2000 -2001 com R$ 1,14 bilhão em benefícios pagos 47,4% a mais (R$ 386 milhões) do que em 1999. O salário mínimo extra do abono foi pago a mais de 3,8 milhões de trabalhadores. De acordo com a Caixa, um recorde histórico de 87,8% do total de abonos disponíveis (4,3 milhões) e 1,8% superior ao exercício do ano passado.

A Caixa informa que mais trabalhadores também tiveram acesso aos rendimentos do PIS 14 milhões (41,2% do total), contra os 10,9 milhões do ano anterior.

Os benefícios foram pagos nas agências da Caixa, ou por meio de crédito direto em conta e, também, através de convênios com as empresas (Caixa PIS-Empresa). Em todo o País, cerca de 66 mil empresas participaram do convênio, pagando aos seus trabalhadores, antecipadamente, 672 mil abonos (17,6% do total pago) e 3,15 milhões de rendimentos do PIS (22,5% do total pago).

Para Taú, a expectativa para o exercício que deve começar em agosto (ainda não está definido), é que os pagamentos possam ser concluídos até dezembro, evitando que se estendam até 2002. Segundo ele, a intenção é agilizar o repasse do dinheiro aos trabalhadores. Assim, Taú aconselha que as empresas façam o convênio PIS-Empresa com a Caixa, para o qual a empresa não precisa ter conta na instituição, nem os empregados. A Caixa faz a liberação do dinheiro para a empresa, que repassa diretamente para o trabalhador na folha de pagamento, evitando que se tenha que ir ao banco, afirmou.

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