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Alfaiataria para noivos clássicos

Gustavo Cândido
| Tempo de leitura: 2 min

Modelos e trajes especiais para aqueles que querem marcar presença no dia D

oderno, ousado, tradicional ou romântico, noivo que é noivo nunca foge às regras de estilo: a ocasião pede camisa social lisa, sempre num tom mais claro do que o terno; gravata em tons mais escuros do que a camisa, nunca com estampas exageradas; meias finas e sapatos na cor da calça, de preferência pretos; e terno grafite ou azul-marinho. Apesar de muito usado, o fraque curto na frente e com abas atrás, nem sempre é a melhor pedida para os noivos. Há quem prefira o terno clássico, que pode ser usado a qualquer hora e em qualquer tipo de cerimônia, ensina Júnior Reis. Com paletó e colete opcional, o terno padrão poder ser marinho ou cinza-chumbo, nos modelos com três botões ou jaquetão. A cor e o tecido podem variar de acordo com o horário do casamento. Segundo estilistas, os modelos em risca-de-giz e na cor cinza são bem aceitos durante o dia. Os ternos escuros ficam melhor do que os claros, independentemente da hora, mas quem só gosta do claro deve ficar atento ao horário. Se a opção for fugir do fraque, um bom recurso é o meio-fraque, paletó preto ou grafite, calça risca-de giz cinza ou preta, camisa social, colete e gravata prata, acrescenta.

Noivos e pais de fraques inteiros pedem padrinhos de meio-fraque, para não ferir as regras de etiqueta.

Ousadia nas gravatas à noite

Fraques, meios-fraques, ternos e casacas

Levando em conta o princípio de que não há um corpo igual ao outro e, portanto, cada modelo deve ser confeccionado com exclusividade, alfaiates apontam os trajes mais indicados para casamentos: fraques, meios-fraques, ternos clássicos, casacas e smokings, para cerimônias onde se pede traje a rigor ou black-tie. Gravatas em cores escuras ou prateadas são boas opções para qualquer hora do dia. À noite são bem aceitas ousadias nas cores das gravatas. Meias e sapatos pretos são excelentes coringas

Símbolo do amor eterno

O uso da aliança de casamento vem da tradição cristã, desde o século XI, e que era colocada no 3º dedo da mão esquerda, pois acreditavam que nesse dedo havia uma veia que ia direto para o coração. Ainda hoje, esse costume é praticado nos casamentos islâmicos.

A escolha deve ser feita com cuidado e levar em conta os gostos do casal. No mercado há modelos para todos gostos e bolsos.

Alguns designers não usam solda para fazê-las, pois acreditam que a peça deve dar uma idéia de continuidade. David Zilbermam lembra que elas são importantes porque representam o elo entre o casal. Quando juntamos duas, formam o oito, que simboliza o infinito, informa.

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