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Batalha na Paulista

Professor Leonam Loureiro da Silva
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Participamos no dia 18/5/2001, do Ato Público na Avenida Paulista, organizado pela CUT, em defesa de uma Escola Pública de Qualidade, e por mais justiça social.

Na Avenida Paulista, recordei do dia 18/5/2000, da batalha, quando a Polícia Militar a mando do governador Mario Covas, agrediu covardemente professores em greve.

Falando de democracia, o PSDB age como a ditadura militar: enviou para o nosso ato, o mesmo contingente de policiais do ano passado, para 15 mil manifestantes, mandou 1.000 policiais, 200 cavalarianos e a tropa de choque, sem contar os cachorros. É o sr. Alquimim mostrando a que veio.

Vamos aos fatos: na batalha de 2000, mais de 40 professores ficaram feridos. O professor Ronaldo dos Santos, de Guarulhos, teve o dedo indicador da mão direita amputado, 3 pontos na vista direita e escoriações pelo corpo. O fotógrafo Alex Silveira perdeu a vista esquerda, causada por um tiro de borracha; uma aluna que ajudei a socorrer teve queimaduras graves nas pernas. Nós, professores do Estado de São Paulo, já sabemos da covardia do PSDB em não dar aumento aos funcionários públicos ativos e inativos, há mais de seis anos.

Sugerimos que a brutalidade, as bombas, os tiros, cavalos e cães ferozes sejam enviados para a convenção de PSDB em Brasília, se possível com a presença do caudilho da Presidência da República, sr. Fernando Henrique Cardoso. (Professor Leonam Loureiro da Silva - RG. 13.326.003)

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