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Crivelli pede informações à OAB-SP sobre sindicância

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 2 min

O ex-presidente da Subseção Bauru da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Henrique Crivelli Alvarez, informou, ontem, que na próxima segunda-feira vai protocolar na sede regional da entidade, em São Paulo, um ofício pedindo informações sobre a sindicância que apura denúncias de irregularidades na gestão passada da entidade, presidida por Gérson Moraes Filho.

Ele conta que já encaminhou ofício ao presidente da Subseção Bauru, Edson Reis, pedindo informações sobre o assunto. Crivelli obteve como resposta que a auditoria contratada para avaliar a contabilidade da gestão passada havia sido concluída e que seu resultado foi encaminhado ao presidente da OAB-SP, Carlos Miguel Aidar.

Reis, no entanto, não especificou na resposta a Crivelli qual o resultado do levantamento feito pela auditoria. Foi por esse motivo que ele decidiu solicitar a OAB-SP as informações sobre a sindicância. O ex-presidente da Subseção Bauru espera que Aidar se manifeste e torne público a situação que foi investigada.

Sigiloso

Por outro lado, Reis confirmou que o resultado da auditoria foi mesmo enviado a OAB-SP para conhecimento de seu presidente. O encaminhamento se deu há cerca de três semanas. Ele não quis comentar o resultado do levantamento feito pelos auditores e justificou que trata-se de assunto sigiloso.

O presidente da Subseção Bauru da OAB explicou que vai esperar a manifestação de Aidar sobre o assunto para depois comentar o processo. Reis diz que não há prazo para a resposta do presidente da OAB-SP chegar a Bauru. Mas estarei cobrando essa posição na próxima semana, garantiu.

Segundo ele, a comissão de sindicância, formada pelos advogados Jairo de Freitas, Waldomires Caires, Conrado Segalla e Angela Gregório, ainda não tomou o depoimento dos envolvidos nas acusações de irregularidades.

O presidente da Subseção Bauru da OAB informou que o processo terá seqüência, após a avaliação de Aidar. Existe uma dúvida em relação à condução da sindicância. Para evitar constrangimentos entre os colegas de profissão que atuam na cidade, cogita-se que a tomada dos depoimentos poderá ser feita na regional da OAB, em São Paulo.

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