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Ipem encontra irregularidades em 47% dos produtos da cesta

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

O Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) encontrou irregularidades em 47% dos produtos da cesta básica aferidos na fiscalização realizada ontem. Dos 15 itens selecionados pela entidade, sete apresentaram erros nos seus pesos, enquanto oito foram aprovados.

De acordo com o supervisor técnico regional do Ipem, Luiz Antonio Brizzi, os produtos foram recolhidos nas cidades de Cafelândia, Jaú, São Carlos e Bauru.

Os que apresentaram irregularidades foram: amaciante de roupa Eco-ar de 2 litros, com três erros em 14 unidades; macarrão espaguete Orsi 1000 gramas, com um erro individual em 14 unidades; arroz tipo 1 Nardelli de 1 kg, no qual foram detectados menos 5,9 gramas na média; feijão tipo 1 Santa Cruz, com um erro individual em seis unidades; biscoito recheado de chocolate branco Sapeca, de 170 gramas, no qual foram encontrados menos 3,7 gramas na média; sal refinado Cisne de 1 kg, com oito erros individuais em 32 unidades verificadas; e, por último, leite tipo B Vovó Anísia, de um litro, com quatro erros individuais em 14 unidades.

Brizzi informou que os fabricantes receberam notificação para retirar imediatamente os produtos de circulação e auto de infração, que podem gerar multas de R$ 2,5 mil até R$ 5 mil (no caso de empresas reincidentes).

Os produtos aprovados pela fiscalização do Ipem nesta mesma fiscalização foram: macarrão espaguete Paulista; queijo ralado parmesão Teixeira; sardinha e molho de tomate La Riquíssima; óleo de soja Celina; arroz tipo 1 Regentão; café Cruzeiro do Sul; queijo ralado Cremoleite.

Feira

Na última sexta-feira, fiscais do Ipem estiveram na Feira dos Fabricantes, realizada no Centro de Convenções Mixagem, com o intuito de averiguar os produtos colocados à venda pelos expositores. De acordo com Brizzi, foram vistoriadas 791 peças, das quais resultaram cinco autos de infração. Os principais problemas foram com relação à composição do tecido das roupas indicada na etiqueta. Os técnicos recolheram as peças nas quais foram detectados problemas ou há dúvidas na definição têxtil apresentada pelo fabricante. Nenhuma das cinco empresas autuadas são bauruenses.

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