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AGRADECIMENTO DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO

Ilda Aiello Gardin
| Tempo de leitura: 2 min

Em especial a você, Áureo, querido amigo, o escritor nato. Quero mais uma vez enaltecê-lo por seus artigos na A Tribuna do Leitor do JC, ora uma poesia, ora um artigo que retrata fatos verídicos e autênticos. Parabéns! Leio os seus artigos e sempre aprendo alguma coisa.

Bem, mas neste momento quero muito, e em nome de minhas queridas amigas, as meninas do banco do Calçadão, agradecê-lo e mostrar-lhe o quanto o seu artigo de domingo passado nos fez vibrar de emoção, como que estivéssemos sonhando, naquele tempo de outrora, quando ouvíamos debaixo de nossas janelas uma serenata, aquelas dos anos 50. Ah... que saudades!

Você, Áureo, nos fez relembrar das nossas meninices, adolescências e na ingenuidade das meninas-moças.

No término do seu artigo, fechei os olhos e uma luz se abriu no túnel do tempo, e revivi com emoção o meu passado distante, mas lindo!

Somos, todas nós, muito gratas pela magnitude e pelo gesto que soube conduzir tão bem, como um verdadeiro cavalheiro, mostrando-nos um grande carinho e respeito.

Sim, é bem verdade que nos reunimos de segunda à sábado de manhã para um gostoso bate-papo, com assuntos diversos, mas sempre com muita alegria, que cada uma de nós relatamos não só fatos do passado, como também do presente.

Você descreve muito bem que todas nós tivemos as nossas alegrias, os nossos tropeços, e quantas dores no meio de nossas famílias. E com orgulho, determinação e muita fé em Deus, soubemos sair vitoriosas e realizadas. Com isso, já há alguns anos nos reunimos naquele banco do Calçadão e sempre exalando em nossos sorrisos que a felicidade existe, é só acreditarmos.

Mesmo com os tropeços, perda de entes queridos, procuramos viver plenamente todas as nossas emoções, positivas ou negativas, transformando nossas vidas numa jornada de prazer, de alegria e de muita compreensão.

Mostramos também em nossos encontros que a amizade verdadeira é um grande e imenso tesouro, que comungamos juntas na grande espiritualidade da vida e na transparência do amor ao próximo. É uma solidariedade mútua e correspondida.

De coração para coração, agradecemos muito e retribuimos a você e sua família muita saúde. E que Deus lhe dê muita força para que possa continuar a fazer o que mais gosta: escrever, escrever, escrever... As meninas do banco do Calçadão estão muito agradecidas. (Ilda Aiello Gardin)

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