Tanto o Centrinho como o Instituto Lauro de Souza Lima são referências internacionais. Ambos são considerados centros de excelência nacional em qualidade de atendimento ao paciente.
Modelo internacional em reabilitação de anomalias craniofaciais, o HRAC/USP tem atualmente 51.020 pacientes cadastrados. O número elevado explica-se pela forma de atendimento: uma vez cadastrado, o paciente é acompanhado por especialistas do hospital ao longo de sua vida.
O tratamento compreende atendimento ambulatorial, diagnóstico, cirurgias, terapias e atividades especiais de educação, recreação, integração social e colocação no mercado de trabalho. O trabalho é desenvolvido por uma equipe multidisciplinar formada por médicos, cirurgiões-dentistas, fonoaudiólogos, geneticistas, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, nutricionistas, pedagogos e enfermeiros.
As atividades do HRAC/USP, popularmente conhecido como Centrinho, começaram em 1967 e, hoje, 34 anos depois, resultam no atendimento de pacientes de várias partes do País e do Mundo.
O hospital está localizado em uma área construída de 19.717 metros quadrados, em instalações que compreendem área verde de 36.322 metros quadrados, dentro do câmpus da USP. Mas o tratamento não é centralizado em Bauru. Além da cidade, a instituição mantém unidades em Itararé, Santo André e Campo Grande (MT), através de parceria com a Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Craniofaciais (Funcraf).
Tanto em Bauru quanto nas outras três unidades, o tratamento é gratuito. A excelência do trabalho do HRAC/USP resulta na realização de 781 cirurgias e 3.796 atendimentos ambulatoriais por mês. Em 2000, a instituição realizou ainda 27.270 exames de diagnóstico por imagem, 11.783 atendimentos odontológicos, 78.869 em clínica médica e 140.007 em outras especialidades. Além disso, 1.366 pessoas foram beneficiadas com a colocação de aparelhos de amplificação sonora.
No 1.º semestre deste ano, o Centrinho firmou convênio com o Instituto do Coração de São Paulo (Incor) para a realização de cirurgias cardíacas pediátricas. As operações deverão ser feitas por especialistas do Incor no novo hospital do Centrinho, tão logo suas obras sejam concluídas, favorecendo centenas de crianças por ano.
Por causa de projetos como esse é que o Centrinho foi eleito, por usuários do SUS, como um dos oito centros de excelência nacional em qualidade de atendimento ao paciente. A pesquisa de opinião foi realizada pelo Ministério da Saúde e divulgada em 2001.
Lauro de Souza Lima é recomendado por OMS
O Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL) é considerado referência internacional em hanseníase pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, as pesquisas realizadas pela instituição lhe conferem o status de centro de referência nacional em dermatologia, atribuído pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo.
O ILSL tem quase 70 anos de história. Sua fundação aconteceu em 1933, seis anos depois de 64 municípios da região Noroeste terem se unido para arrecadar verbas para a compra de 400 alqueires de terra na região de Bauru e para posterior construção do Asilo-Colônia Aimorés, destinado ao tratamento de portadores de hanseníase. As obras foram concluídas pelo Estado.
O aumento do número de portadores da doença levou o então diretor do asilo, Enéas de Carvalho Aguiar, a ampliar o local, que recebeu igreja, espaços para pomar e criação de gado, além de piscina, quadra poliesportiva, jardins, cinema e cassino.
Durante a década de 40, a insatisfação dos internos com o sistema de privação de liberdade motivou o governo estadual a transformar a colônia em sanatório. Anos depois, a instituição recebeu a função de ser hospital de dermatologia sanitária, com funções de assistência médica, pesquisa, ensino e reabilitação. Foi nessa época, já denominado Hospital Lauro de Souza Lima, que o local começou a atender outras patologias dermatológicas e especializou-se em hanseníase.
A partir de 1968, alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu passaram a freqüentar o hospital para cursos de hanseonologia e, uma década depois, para cursar residência médica em dermatologia, já reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura e pela Associação Brasileira de Dermatologia.
A denominação de instituto veio em 1989, através de decreto estadual assinado pelo governador Orestes Quércia (PMDB). Hoje, o ILSL realiza atividades ligadas à pesquisa, ensino, reabilitação física, terapia ocupacional, fisioterapia e cirurgias plásticas corretivas.
Lauro de Souza Lima é recomendado por OMS
O Instituto Lauro de Souza Lima (ILSL) é considerado referência internacional em hanseníase pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, as pesquisas realizadas pela instituição lhe conferem o status de centro de referência nacional em dermatologia, atribuído pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo.
O ILSL tem quase 70 anos de história. Sua fundação aconteceu em 1933, seis anos depois de 64 municípios da região Noroeste terem se unido para arrecadar verbas para a compra de 400 alqueires de terra na região de Bauru e para posterior construção do Asilo-Colônia Aimorés, destinado ao tratamento de portadores de hanseníase. As obras foram concluídas pelo Estado.
O aumento do número de portadores da doença levou o então diretor do asilo, Enéas de Carvalho Aguiar, a ampliar o local, que recebeu igreja, espaços para pomar e criação de gado, além de piscina, quadra poliesportiva, jardins, cinema e cassino.
Durante a década de 40, a insatisfação dos internos com o sistema de privação de liberdade motivou o governo estadual a transformar a colônia em sanatório. Anos depois, a instituição recebeu a função de ser hospital de dermatologia sanitária, com funções de assistência médica, pesquisa, ensino e reabilitação. Foi nessa época, já denominado Hospital Lauro de Souza Lima, que o local começou a atender outras patologias dermatológicas e especializou-se em hanseníase.
A partir de 1968, alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu passaram a freqüentar o hospital para cursos de hanseonologia e, uma década depois, para cursar residência médica em dermatologia, já reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura e pela Associação Brasileira de Dermatologia.
A denominação de instituto veio em 1989, através de decreto estadual assinado pelo governador Orestes Quércia (PMDB). Hoje, o ILSL realiza atividades ligadas à pesquisa, ensino, reabilitação física, terapia ocupacional, fisioterapia e cirurgias plásticas corretivas.