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Economia & Negócios

Paulo Toledo
| Tempo de leitura: 3 min

Mai tá paga

Na semana que passou, na frente do JC, tinha uma caminhonete com a seguinte inscrição no vidro traseiro: Véia, mai tá paga. O veículo não era tão velho assim, mas, mostra um pouco da preocupação (e reação) que o brasileiro está em relação às dívidas, principalmente neste momento difícil que o País vem passando.

Razão

Realmente, o momento é para que as pessoas analisem bem sua situação financeira. Comprar a prazo é para quem tem certeza de sua capacidade de pagamento, para não acabar inadimplente. É claro, há boas oportunidades para comprar carros novos, com juros vantajosos. A questão é saber aproveitar a oportunidade na hora certa.

Juros

Porém, vale dizer que a hora é de fugir do cheque especial e dos juros do cartão de crédito (para quem não paga a fatura inteira). Nesse caso, vale a pena trocar por um juro mais baixo, como de um CDC, que tem pagamento com parcelas fixas. Se tiver dinheiro na poupança, tire rápido e cubra o especial os juros do rendimento não compensam!

Quanto ganha

Mas, falando em dinheiro, a dica é, mesmo, gastar o quanto ganha. Aquele velho hábito de parte da classe média de usar o cheque especial como um complemento de salário tem que ser deixado de lado nessa situação de juro crescente. O caminho é ajustar os gastos aos ganhos, mesmo que para isso sejam necessários cortes doloridos nos gastos.

Queda generalizada

A queda nas vendas externas de produtos brasileiros foi generalizada na segunda semana de agosto (6 a 10, considerando-se apenas os dias úteis), na comparação com a primeira semana do mês, de acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Semimanufaturados

O maior recuo, em termos relativos e pelo critério de médias diárias, foi verificada nos produtos semimanufaturados, que cederam 33,1% (de US$ 51,6 milhões para US$ 34,5 milhões). Básicos, por sua vez, tiveram 18,1% menos vendas (de US$ 80,5 milhões para US$ 65,9 milhões) e os manufaturados caíram 12,4% (de US$ 129,4 milhões para US$ 113,4 milhões).

Economia

Após atingir, na última sexta-feira, percentuais acumulados no mês abaixo de 20%, a economia de energia elétrica nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste voltou neste fim de semana a ultrapassar a meta estabelecida no programa de racionamento para estas áreas.

Reservatórios

Porém, o nível médio dos reservatórios que servem as usinas do Nordeste do País continua apresentando, neste mês, uma evolução positiva em relação à curva de segurança traçada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) dentro do plano de racionamento de energia elétrica, no final de maio.

Sudeste

No Sudeste/Centro-Oeste, o comportamento também está além das expectativas, já que, anteontem, as reservas preservavam 25,69% do potencial, 2,75 pontos percentuais além da curva de referência. No final de julho, essa diferença era de 2,46 pontos percentuais e, na última quinta-feira, de 2,67 pontos percentuais.

Reservas

As reservas internacionais do País registraram queda de US$ 63 milhões na sexta-feira. O volume passou de US$ 35,406 bilhões na quinta-feira para US$ 35,343 bilhões. Segundo o Banco Central (BC), a intervenção no mercado de câmbio da última quarta-feira, dia 8, foi de US$ 50 milhões.

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