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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL EM BAURU

Magda Cruciol
| Tempo de leitura: 2 min

Com toda certeza esse assunto deve ser amplamente discutido por toda sociedade. Só assim conseguiremos alcançar um nível crítico amplo e não cometer equívocos. Aliás, não devemos somente discutir mais, principalmente, entrar em ação. Há muito tempo conseguimos listar com bastante precisão nossas mazelas. Criar projetos que visem o desenvolvimento sustentável e conseguir com isso o resgate e a inclusão de pessoas que estão à margem de qualquer sistema é o caminho. E não precisamos esperar que o governo tome esta atitude. Nós, sociedade, estamos sendo chamados, ou melhor, convocados para discutir os problemas e propor soluções. Soluções que não atropelem as coisas mas que envolvam reflexão, construção e execução a curto e longo prazo. Que interfira diretamente no espaço onde convivemos, pois este sim conhecemos e podemos trabalhar melhor os conflitos culturais existentes. Ou seja, podemos começar com Bauru.

Olhar a cidade e perceber que está suja. Procurar os responsáveis, saber quem são, quais as propostas existentes para solucionar a questão, analisá-las criticamente tendo em mente o curto e longo prazo e executar. Executar é o ponto mais crítico pois esta tarefa sempre esteve nas mãos do Estado. E agora? Quando o Estado concretiza-se em Estado Mínimo. As ONGs? Quem sabe. Na reviralvolta do novo milênio e como conseqüência de um processo desastrozo de espoliação do capital sobre o humano a sociedade defronta-se com um grave problema: qual será o seu novo paradigma. Com certeza esse novo modelo deverá ser fundamentado na qualidade de vida para todos. Digamos que todos concordem com essa hipótese ainda falta trazê-la para realidade local.

O novo modelo de sociedade necessitará de novos atores sociais. As ONGs, de certa forma já fazem parte deste novo cenário nos proporcionando o contato com experiências bastante ricas e produtivas. Devemos agora saber quem vamos ser, como podemos ajudar e principalmente qual o cenário que deixaremos para nossos filhos. (Magda Cruciol - estudante Relações Públicas/Unesp - RG: 21688919-4)

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