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IMPRESSÕES DE UMA PAULISTANA

Celina Chagas
| Tempo de leitura: 1 min

Outro dia fui convidada a conhecer Bauru. Saí cedinho de São Paulo e à hora do almoço lá estava. Um Jornal da Cidade chegou-me às mãos. Dentre todas as colunas que li, uma me chamou a atenção - O Ponto Alto - 5/9/2001 - por José Luis Scigliano (muito bem-redigida, diga-se de passagem!) - o paralelo bem-humorado entre um mímico, tombo, buraco, Bauru - foi bem colocado!

Sim, cidades em crescimento constante, só podem cair num mesmo erro = semelhança com São Paulo que é puro buraco (pequenos, médios, grandes, enormes, descomunau). Comungo com o pensamento silencioso do mímico, como também do bauruense José Luís e, sendo apenas uma mera turista, lamento o descaso imposto à tão hospitaleira cidade, uma pérola de valor inestimável, que cultiva amizades, corresponde às gentilezas, não se recolhendo nem se afastando dos que chegam, ao contrário, aproximando-se!

Tenho esperança de, numa próxima oportunidade, voltar e constatar, feliz, que Bauru não se parece com Sampa no tocante aos buracos e sim na prosperidade. Que tudo não passou de uma simples ilusão de ótica!

Ei, Prefeitura? Pense nisso! Não deteriore o belo, conserve-o. (Celina Chagas - psicoterapeuta - e-mail: psiceli@yahoo.com.br)

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