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Time de rugbi da Unesp resgata a modalidade em Bauru

David Cintra
| Tempo de leitura: 2 min

O rúgbi ainda é esporte que assusta muita gente, pois tem fama de ser muito truculento. É quase totalmente desconhecido e bem pouco praticado no Brasil. É tão impopular no País, que seus praticantes ainda têm que importar os equipamentos para sua prática, porque ninguém ainda ousou fabricá-los no Brasil. Mesmo assim, em Bauru, existem dois times de rúgbi, um masculino e um feminino. Ambos formados por alunos da Unesp e denominados Rúgbi Bauru.

A equipe de rúgbi da Unesp começou a ser formada em 2000, pelos alunos da Faculdade de Engenharia. O time, porém, só conseguiu realizar seu primeiro jogo no ano seguinte, contra São Carlos. Com uma grande presença do público feminino nesta estréia, logo algumas garotas se incentivaram a formar um time.

A equipe feminina fez sua estréia no Torneio Jequitibá, em Campinas, e chegou em terceiro lugar. O bom desempenho do time feminino incentivou o masculino que acabou conquistando a Taça Prata neste mesmo torneio.

Atualmente, o Rúgbi Bauru disputa eventuais torneios e faz amistosos. Os times estão filiados à Associação Brasileira de Rúgbi (ABR) e participam da Liga Caipira de Rúgbi, uma divisão que reúne equipes do Interior Paulista e Minas Gerais. O intuito da Liga é regionalizar o esporte.

HISTÓRIA E REGRAS - O Rúgbi não é novidade em Bauru. A primeira equipe que se tem notícia na cidade foi formada em 1974 na então Faculdade de Engenharia de Bauru (FEB). No entanto, a equipe não se manteve em atividade por muito tempo, por falta de incentivos e o esporte ser ainda mais desconhecido na época.

O objetivo do jogo é marcar o maior número de pontos possíveis, ao final de dois temos de 40 minutos. O "try" vale cinco pontos e consiste em colocar a bola com a mão no in-goal (atrás da linha de fundo adversária). O "drop-kick", que também vale três pontos é um "gol" com um chute de bate pronto. A conversão é um chute em direção ao "H", que vale dois pontos. O passe com as mão só pode ser feito para trás e, com os pés, em qualquer direção. Ao final de cada partida acontece o terceiro tempo, uma confraternização entre as equipes, visando sanar qualquer desavença criada durante o jogo.

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