Geral

Economia & Negócios

Paulo Toledo
| Tempo de leitura: 3 min

Mulheres

As mulheres representaram 44,2% da População Economicamente Ativa (PEA) da região metropolitana de São Paulo em 2000, segundo a Fundação Seade. A participação feminina aumenta a cada ano. Tradicionalmente, os homens respondiam por 70% nas décadas anteriores.

Renda familiar

Segundo a Fundação Seade, o aumento da inserção feminina pode ser explicado pela necessidade de complementação da renda familiar (em 1989, 7,2% das cônjuges trabalhavam e, em 2000, 17,3%), a abertura de postos de trabalho considerados mais adequados e mudança do papel social da mulher.

Desemprego

Aumentou, nos últimos 11 anos, o tempo de procura por um novo emprego na Região Metropolitana de São Paulo, segundo a Fundação Seade. Em 1989, o tempo médio de desemprego entre as mulheres era de um ano, enquanto o dos homens era de cinco meses. Em 2000, essa média dobrou para a parcela feminina da população (ficando em dois anos) e triplicou para os homens (um ano e três meses).

IGP-DI

Pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças da Grande São Paulo (Ibef-SP) revelou que o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) deverá registrar em 2002 inflação de 7,1%.

Indefinido

O ministro Pedro Parente, presidente da Câmara de Gestão da Crise de Energia (GCE), afirmou que não existe ainda qualquer definição sobre o reajuste de tarifa em decorrência das perdas de receitas alegadas pelas distribuidoras com o racionamento.

Corte

O governo decidiu isentar do corte no fornecimento de energia os consumidores com demanda de até 225 kWh por mês. Pelas regras anteriores, estavam livres do corte os consumidores com demanda de até 100 kWh/mês, que não conseguiram atingir a meta do plano de racionamento.

Usado

As vendas de carros usados apresentaram queda de 30,42% em outubro ao somar 46.470 unidades ante um volume de 66.791 unidades registradas em igual mês do ano passado. Em relação a setembro deste ano, quando foram vendidas 48.414 unidades, o recuo foi de 4,02%, segundo dados da Assovesp e do Sindiauto.

Crescimento

O setor de supermercados em São Paulo deve registrar neste ano um crescimento nas vendas entre 1% e 1,5% em relação ao ano passado, de acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas). No início de 2001 havia uma expectativa de que este seria o ano de redenção da economia, com projeções para o setor de aumento nas vendas entre 5% e 6%.

Vendas à vista

As vendas à vista representam, em média, 50,9% das vendas totais em supermercados do Estado de São Paulo, de acordo com pesquisa feita em outubro pela Universidade de São Paulo (USP) para a Apas. A evolução de vendas à vista surpreende porque, na avaliação do setor, deveria ser de, no máximo, 40%.

Cartão

Por outro lado, o presidente Apas, Omar Assaf, acusa as operadoras de cartão de crédito de cobrarem taxa de administração muito alta dos supermercados. Assaf disse que, por causa dessas altas taxas, que ficam entre 2,5% 3% do valor da venda, os supermercados têm limitado a aceitação de cartões. As vendas com cartão representaram 17,1% do total.

Comentários

Comentários