Uma equipe do Programa de Expansão da Educação Profissional (Proep) do Ministério da Educação (MEC) visitou a Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Crânio-Faciais (Funcraf) e o Centrinho ontem. A visita da equipe do Proep faz parte do processo de avaliação da Funcraf, que quer implantar um centro de educação profissional, num engajamento da sociedade e do Estado.
As informações são da assessoria de imprensa do Centrinho. A Funcraf pretende implantar o centro de educação em um terreno, de 200 mil metros quadrados, localizado no Distrito Industrial de Bauru. A área foi doada à instituição pela Agroquisa, em 1998. O pré-projeto do centro de educação, que contém em linhas gerais da proposta de trabalho, foi analisado por uma comissão do MEC.
“A carta-consulta da Funcraf teve pequenos ajustes para se adequar à proposta do MEC. A princípio, há grandes possibilidades de aprovaçãoâ€, afirmou Antonio Carlos de Oliveira, gerente de seleção e assistência técnica do Proep. Ele ressalta que um dos itens analisados é a acessibilidade a portadores de deficiência. “No caso da Funcraf e do Centrinho, temos uma situação diferenciada, já que além de ter uma área excelente, com infra-estrutura de água, luz, telefone e com condição para futuras ampliações, há ainda uma atenção especial para os portadores de deficiênciaâ€.
A carta-consulta está pronta para ser submetida ao comitê operativo. O segundo passo, após a aprovação, é o encaminhamento de um projeto de execução. A previsão é de que todo o processo aconteça até o fim deste ano, quando o MEC deverá liberar verbas para o desenvolvimento do projeto do centro de educação profissional da Funcraf.
A proposta da Funcraf é atender portadores de deficiência. “Nosso objetivo é oferecer, através do centro de educação profissional, sediado na Funcraf, 50% das vagas a portadores de direitos especiaisâ€, afirma José Alberto de Souza Freitas, diretor-presidente da Funcraf.