Refletindo sobre o quanto é lembrado e festejado “O Dia das Mães†em todos os segmentos e, especialmente pelos filhos talentosos e sensíveis desse Jornal da Cidade, solicitamos mais uma vez um espaço para reverenciar a criatura que embala e berço e o mundo.
A mãe é primeira e a única que é repetida ao longo de nossa vida... Por isso, às vezes nos calamos. Uma literatura completa seria insuficiente para descrever e sentir o que se passa no coração de uma mãe.
Ah! Se pudéssemos clonar, com as bênçãos de Deus, é claro, clonaríamos os diversos momentos e épocas de nossa mãezinha, para que juntas vivêssemos e revivêssemos os sonhos, as lutas, as tristezas, conquistas e alegrias de nossas vidas. Tenho certeza que a compreensão e a tolerância de uma para com a outra seria melhor administrada. Não falo do amor, que este é infinitamente maior que qualquer dosagem imaginável. Entendo até que Glória Peres, mãe, buscou na ficção a presença de sua única filha, morta tragicamente. Daí o sucesso da novela que nasceu no ventre materno.
Agora, como mãe, quero lembrar que não há necessidade de ser mãe biológica, pois em todas as esquinas por onde passamos, existem pessoas, crianças ou adolescentes, jovens ou adultos, que esperam e precisam de um olhar materno, de um afago, de um beijo ou um abraço, esperando você para chamar de mamãe. Observe e seja feliz.
Parabéns a minha mãe tão querida. Estendo os parabéns às mães do Jornal da Cidade e da Apiece. (Catarina Carvalho - RG. 4.263.258)