Tribuna do Leitor

União de todos


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No Jornal da Cidade de domingo, foram destacados fatos sobre a Cohab-Bauru, relatando a viagem a Brasília com o vereador João Parreira de Miranda, como presidente da Comissão de Estudo Cohab, este signatário e o diretor habitacional Rubens de Souza. Na Caixa Econômica Federal apresentamos os trabalhos executados pela diretoria para atendimento às exigências do Pré-Acordo, onde mostramos que quando há o apoio político, os administradores cumprem as metas necessárias.

A Cohab, que tinha uma estrutura administrativa vivendo uma realidade de quinze anos atrás, passou com esse apoio da Comissão de Estudo, a poder aplicar um processo racional administrativo com a realidade de hoje. Junto ao Conselho do FGTS e ao exmo. sr. ministro do Trabalho, apresentamos uma proposta de utilização pelos mutuários, do depósito do FGTS pessoal para pagamento de dívida em atraso.

Esse benefício embora já fosse pleiteado por nós, não teve ressonância necessária, porém ao conseguirmos a nomeação de um representante da Cohab no GAP-Grupo de Apoio Permanente no Conselho Curador do FGTS e novamente apresentado o pleito com o vereador João Parreira, representando a política bauruense, as perspectivas se mostram mais alentadoras, se aceito nosso pleito, estaremos mostrando que quando há apoio político, quando ocorre a união, os objetivos se mostram mais animadores.

Se atendida essa proposta, ganhará o município, os mutuários, as Cohabs e os funcionários delas. Nosso trabalho apenas começou, agora precisamos contar com o apoio dos políticos, das associações de classe dos mutuários.

A democracia não pode ser a ditadura da minoria organizada, políticos de Bauru, mutuários e associações de mutuários bem como as demais Cohabs devem se organizar e tentar ditar as regras que venham beneficiar a sociedade em geral. Nosso trabalho começou, esperamos nós, diretores desta Cohab, Comissão de Estudos, que os políticos, associações de mutuários se engajem na luta.

A diretoria da Cohab, com a Comissão de Estudo, propôs um acordo final para que a Cohab tenha o seu passivo a longo prazo de R$ 580 milhões, reduzido para R$ 180 milhões, e com isso, dará alívio ao município e condições de continuidade para a Cohab. Se o mutuário pagar seus débitos, outros caminhos poderão ser abertos para a Cohab. Se recebermos R$ 80 milhões de prestações em atraso, com depósitos do FGTS, melhores serão os caminhos a seguir pelas Cohabs. (Constante Mogioni - diretor-presidente Cohab-Bauru)

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