Polícia

Acidente deixa mulher presa em carro

Da Redação
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Um acidente ocorrido na tarde de ontem, num cruzamento considerado perigoso do Jardim Bela Vista, feriu a enfermeira Ana Maria de Campos Souza, que conduzia um Voyage, e provocou estragos na fachada de uma casa, na rua Carlos Marques. A enfermeira ficou presa nas ferragens do veículo.

De acordo com uma testemunha, que não quis se identificar, o Voyage de Ana Maria, placas CXF 5169, de Bauru, trafegava na rua Carlos Marques, sentido Centro-Bairro, por volta das 14h, quando um Fusca branco, que subia a rua Santos Dumont, atravessou a preferencial e bateu na parte traseira do veículo.

Com o impacto, Ana Maria teria perdido o controle carro e batido com violência contra o portão da casa de número 17-15 da rua Carlos Marques, a aproximadamente 30 metros do local da colisão.

Ainda segundo a testemunha, ambos os veículos estariam em baixa velocidade. O acidente só teria ocorrido porque o condutor do Fusca, que fugiu do local, olhou apenas para o lado esquerdo ao atravessar da rua Carlos Marques. A rua tem duas mãos de direção.

Após o acidente, soldados do Corpo de Bombeiros de Bauru precisaram cortar a coluna do carro para retirar a vítima presa nas ferragens, que foi levada pela Unidade de Resgate para o Pronto Socorro Municipal.

Apesar do desespero dos parentes de Ana Maria, que mora próximo ao local do acidente, ela está “aparentemente fora de perigo”, segundo informações dos bombeiros. A vítima teria fraturado o joelho e sofrido lesões no braço direito e no tórax.

Moradores

Na casa atingida pelo Voyage, o portão e uma das vigas de sustentação da varanda foram destruídos, e o carro estacionado na garagem teve danos leves. Os moradores temem que a estrutura da fachada possa ter ficado comprometida com o impacto.

O proprietário da casa, o aposentado José de Oliveira, 63 anos, conta que estava na cozinha quando ocorreu o acidente. “O barulho foi feio. Eu estava tranqüilo, acabando de almoçar”, lamenta.

Na opinião de Oliveira, se a rua Carlos Marques fosse de mão única, o acidente não teria ocorrido, assim como as pequenas colisões que, segundo conta, geralmente acontecem no cruzamento. “Espero que a autoridade de trânsito tome providência disso aí. Não foi por acaso, isso sempre acontece”, reclama o aposentado.

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