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Bauru quer vacinar 25 mil contra pólio

Da Redação
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Acontece hoje em todo o País a segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a poliomielite (paralisia infantil). Crianças de 0 a 5 anos deverão ser levadas aos postos de saúde das 8h às 17h.

A meta do Ministério da Saúde é vacinar 16,8 milhões de crianças, 3,4 milhões delas no Estado de São Paulo. Para isso, serão disponibilizados 5 milhões de doses. No ano passado, na segunda etapa da campanha, foram vacinadas 3,3 milhões de crianças. Na primeira fase, que aconteceu no dia 15 de junho, foram aplicadas 3,2 de doses da vacina.

Em Bauru, mais de 25 mil crianças devem ser imunizadas, segundo dados da Secretaria Municipal da Saúde, através do Departamento de Saúde Coletiva (DSC).

Os pais devem levar a carteirinha de vacinação da criança. Caso haja alguma dose em atraso de uma das vacinas específicas para a faixa etária, as equipes estarão promovendo a atualização. As vacinas aplicadas em crianças menores de 5 anos são: DPT - difteria/coqueluche/tétano, Sabin - pólio, Hib - emófilus influenza (meningite), SCR - sarampo/caxumba/rubéola, Hepatite B e Sarampo.

Segundo o DSC, em Bauru, 300 pessoas estarão envolvidas na campanha entre médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, supervisores e equipes de apoio.

Segunda dose

Todas as crianças que foram vacinadas na primeira etapa também deverão ser levadas aos postos de saúde hoje. E mesmo aquelas que estiverem doentes, com tosse, gripe, coriza, rinite ou diarréia, devem tomar a vacina. Em caso de dúvida, o pai ou o responsável deve procurar o posto de saúde mais próximo.

Com o slogan "De gota em gota o Brasil vence a pólio”, o Ministério da Saúde já investiu R$ 22,4 milhões para a primeira etapa da campanha e, agora, serão mais R$ 19,3 milhões entre aquisição de doses, publicidade e repasse de verbas para que os Estados operacionalizem a vacinação.

A poliomielite foi erradicada do Brasil há 13 anos, mas ainda há o risco de reintrodução do vírus, que circula em dez países, entre eles Índia, Paquistão e Nigéria.

Os últimos casos confirmados aconteceram em 1989, nos Estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. No Estado de São Paulo, o último caso foi registrado em Teodoro Sampaio, em 1988. (Com Agência Folha)

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