Articulistas

O Estudo da Fundação Sead


| Tempo de leitura: 3 min

Entendemos que no Brasil sempre havemos caminhado com certo espaço de atraso, em tudo que aqui se fez, fosse: na cultura e educação do povo, na ciência, na indústria. Isto é, em 500 anos abusamos do atraso; senão, a exemplo vejamos. Tendo em vista a comparação com os Estados Unidos da América do Norte (por exemplo e especialmente na área da indústrias de veículos), bem como relativamente aos demais países europeus e orientais desenvolvidos que nos sucederam. O país viveu uma indústria (independente de algumas artesanais por cerca de um século), aceitando indústrias (como por exemplo as dos veículos, produzidas nas montadoras americanas). Estas, produziam aqui (modelos já defasados em suas industrias pátria), enquanto foi possível. Até que em 1990, com Fernando Collor de Mello (eleito presidente em segundo turno, dado que a maioria buscou votar no suposto menos ruim), entrou para nossa história política sob arrogante fúria de mostrar serviço, que entretanto, estarreceu os dos governos dos países da América do Sul e alhures. O cidadão, fogoso presidente (certamente mal assessorado), enfiando os pés pelas mãos e tendo mostrado pretensão de usar mão de ferro no governo, não conseguira dirigir o país sequer por dois anos completos; caiu sob impeachment em 1992. Dentre as suas loucuras administrativas, entendemos que duas razões foram a gota d’água... A primeira por confiscar as cadernetas de poupanças e congelar os depósitos bancários, talvez pensando em derrubar a inflação mensal de cerca de 82% deixada por José Sarney. A segunda por espalhar ao mundo que os veículos aqui produzidos eram verdadeiras carroças. De qualquer forma, porém, abriu-se campo para as indústrias européias e asiáticas que certamente já são...

Pessoalmente entendo que em nosso país, a trilogia: Escola, Pesquisa e Ensino é - sem a menor sombra de dúvida - se encarada, sob uma sociedade econômico/administrativa, de viável e festivo sucesso. Para tanto, basta que se exija neste (brasilzão), uma - segunda trilogia - isto é, que se faça um sério trabalho segundo exigência dos poderes verdadeiramente responsáveis pelo ensino do país, em consonância ativa com os respectivos órgãos componentes: governo federal, governadores de estados e prefeitos municipais. Que não hajam esquecimentos de que, para melhor e mais salutar produção cultural e atendimento público ideal, não se deixe de lembrar que professores bem preparados, dispostos ao cumprimento da profissão, também são humanos, geralmente possuem família, necessitam alimentar-se, vestir-se e finalmente viver... Atualmente, porém - segundo supomos - surge brilhante luz no final do túnel. Trata-se do surgimento (fato que entendemos importantíssimo na área educacional), de redirecionar o ensino brasileiro, cujo objetivo intrínseco o “Estudo da Federação Sead” “(Sistema Estadual de Análise de Dados)”, busca alcançar os rumos do ensino profissionalizante, especialmente no Estado de São Paulo. Cremos que a importante ação cultural da nação, com o tempo, chegará aos demais estados brasileiros. Será assim que, através da importante ação, segundo “a nova edição da Pesquisa da Atividade Econômica Paulista (Paep), realizada pela Fundação Sead (Sistema estadual de Análise de Dados”, começaremos viver no Brasil, o oportuno redirecionamento do ensino, que certamente “poderá alterar o ensino profissionalizante no país”. Fico por aqui. (O autor José Almodova é professor M. Sc. pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC)

Comentários

Comentários