Aportamos nesta cidade há cerca de 53 anos, em 12 de outubro de 1949, onde vivemos a maior parte da vida. Aqui crescendo na família e na cultura que conseguimos distribuir por cerca de pouco mais que 40 anos. Aqui vivemos a alegria de formar nossa pequena família de apenas quatro pessoas, porém bem-sucedidas. Vivenciamos a estupefata metamorfose expansionista sofrida por esta terra, então cognominada (por um de seus expressivos prefeitos, Avalone Júnior) como Capital da Terra Branca. Uma cidade atraente e em seguida bem postada, dotada de entroncamentos ferroviários formados pelas ferrovias Paulista de Estrada de Ferro (CPEF), Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB) e Estrada de Ferro Sorocabana, hoje inexistente. Além do importante crescimento das redes rodoviárias aqui implantadas, dando continuidade do tráfego paralelamente às ferrovias, rumo ao Noroeste, Norte e Sul do Estado, além das rodovias vindas do Leste e do Sul. .
Esta é uma cidade cujo nome de batismo, Bauru (significando cesto de frutas, assim intitulado segundo a língua tupi guarani), cujos redutos ainda existem na região. Possui (nos seus 106 anos de vida) uma população com cerca de 300 mil habitantes, com um veículo para cada três pessoas. Cidade acolhedora, desde a chegada dos primeiros imigrantes, dos forasteiros dos desbravadores e os aqui nascidos. Porém, segundo (por exemplo e tendo em vista) os maus acontecimentos: assassinatos, furtos, latrocínios e acidentes, nem tudo que aqui acontece ocorre por conseqüência originária do próprio município, mas vindo das áreas distribuídas pelo Estado e das demais existentes, dentre os 8,5 milhões de quilômetros quadrados deste País. A cidade, entretanto, é, por todas suas facilidades e importância de acesso rodoviário, muito próxima do centro geográfico do Estado. Para tanto, Bauru é (economicamente) uma cidade plenamente acessível e bem localizada. Serve-se do importante corredor rodoviário, direcionado à Capital do Estado e porto de Santos. É, ao mesmo tempo, importante condutor, servindo os portos de Paranaguá, no Paraná, seguindo até o Sul do Brasil, cobrindo os Estados e respectivos portos de Santa Catarina, bem como do Rio Grande do Sul, possibilitando as exportações na área do chamado Cone Sul, servindo Uruguai e Argentina.
Neste contexto, queremos referir-nos – como exemplo – a dois importantes assuntos, pautados na última semana, na mídia bauruense, não somente na escrita, no JC, quanto falada. Foi assim que: I) Embora na semana de agosto (em questão) o dólar houvesse oscilado variando entre R$ 3,00 e pouco mais, “o movimento de comércio exterior na Estação Aduaneira do Interior (Eadi) de Bauru aumentou 26% em relação ao mesmo período passadoâ€. O assunto é sumamente importante, muito embora represente frágil aumento. Vale dizer que a mais recente exportação representou pouco mais que um quarto do percentual exportado no mesmo período do ano passado. Afinal (segundo o dizer popular), exportar é o que importa... Com dólar elevado é melhor exportar ao máximo. II) A Rede McDonald’s, no seu McDia Feliz, transferiu “a renda da venda dos 5.290 BigMacs comercializados no dia 17 à Associação Bauruense de Combate ao Câncer. Excelente exemplo de altruísmo). Fico por aqui. (O autor, José Almodova, é prof. M. Sc. em Projeto, Arte e Sociedade pela Unesp/Bauru. È jornalista e colaborado do JC. E- mail: almodova@ig.com.br)