...se faz presente em todos os mais longínquos cantos do planeta Terra, mudando tão somente as vestimentas e os seus respectivos idiomas. Diria que continuam retratando de forma aperfeiçoada, com os mais “apurados†requintes de crueldade do famigerado “Boshe†(austríaco e naturalizado alemão), quando da última guerra mundial (deixo de citar o nome pelo qual me repugno ao extremo), o qual encarcerava em câmaras de gás os nossos irmãos judeus, numa demonstração inconteste de genuíno espírito do mal.
Após décadas, ressurge espalhando terror e transpirando ódio por todos os poros e amparado pelos seus asseclas, o sicário da denominada era moderna, dos tempos chegados: Bin Laden... Quanto asco nos transmite esse fanático covarde, cuja ação criminosa destruiu tantas vidas na catástrofe de 11 de setembro, nos Estados Unidos!
Tomo conhecimento pela imprensa, e se não fosse essa valorosa idealística classe de jornalistas, os seres humanos estariam sendo enterrados vivos!
O citado elemento “simplesmente†submete indefesos cãezinhos a experimentos com armas químicas, assistidos através de vídeo; o desenrolar agonizante e o fenecimento dos mesmos, para júbilo desses monstrengos sanguinários facínoras, como que numa provável experiência sobre o que aconteceria com os homens da Terra, se generalizada essa prática!
Conclamo, com imensa tristura, pejo e revolta, a todas as associações protetoras de animais do mundo a promoverem imediatamente protestos numa revoada de ações aos tribunais, por que não? O castigo para os mesmos seria pendurá-los à execração pública, até o término de suas sórdidas, imundas indumentárias, aparentando criaturas humanas... vandálicos, asquerosos, covardes, vulgares fanáticos.
É público e notório que o cão é na verdade o real amigo do “bicho-homemâ€, o qual mente, trai, mata, disfarça seus sentimentos, enfim sendo seu fiel guardião, até seus últimos dias de vida. É seu companheiro em qualquer circunstância e nada exige em troca de seu sincero afeto, tendo pedigree ou não. Seu olhar emana sinceridade e real companheirismo; demonstra com sutileza sua inteligência em várias manifestações às pessoas ao seu redor.
“Custus vigilant†sempre!
O cão - um por mil dos humanos, até a sua despedida! (Arthur Monteiro de Carvalho Netto - jornalista reg. sob nr. 24.444-Min. Tb.)