“Tem galinha nova no portoâ€, era o código dos contrabandistas para avisar da chegada de novo carregamento de escravos para os engenhos. Apesar da proibição do tráfego, os escravos vinham escondidos em engradados de galinhas d’angola. A senha deu nome à vila de pescadores, que na temporada, que começa agora em setembro, se transforma no maior pólo turístico do litoral sul de Pernambuco.
Dos escravos ainda restam recordações, como os baobás, árvores sagradas gigantes que foram trazidas da África e plantadas na areia da praia.