Mais uma etapa na história do Brasil está se registrando com as novas eleições. Os candidatos, de procedências divergentes, tentam, a todo custo, conquistar os eleitores, sem entretanto, dizer como salvar o Brasil.
Nossa dívida é astronômica, tanto interna quanto externa, e ninguém se dá conta de que só produzindo e economizando se pode saldar uma dívida. Ou melhor, alguns políticos entendem este axioma, só não o adotam por conveniência própria. É a lei do Gerson. Mas, onde vamos chegar, isto ninguém explica, já que todos estão e estarão sofrendo as agruras de uma política mal orientada.
Qualquer dona de casa sabe que não se pode gastar mais do que recebe. Nossos políticos não entendem esse princípio de receita e despesa, para eles o que interessa é a captação de votos. O resto que se dane. Mas, a história é farta em demonstrar que relegar o povo a uma casta simplesmente contribuinte não gera nada para a Nação, e muito menos para o próprio povo que a constitua.
É hora de tomarmos uma diretriz. De repensarmos nossos destinos. As eleições aí estão, e é uma das raras oportunidades (senão a única) em que podemos dar nossa opinião. Batalhemos, pois, dentro de nossas crenças, todas são válidas, para que tenhamos um Brasil melhor, mais produtivo, mas voltado para os interesses de seu próprio povo.
Sabemos que ideologias externas e espúrias não têm conseguido superar o desiderato da própria sobrevivência. Os países que as adotaram (tais ideologias), assim o demonstram, não conseguiram construir uma nação voltada para os interesses de seus participantes; o mundo se digladia constantemente, a olhos vistos, e por que não pretender, nesse cenário mundial, um Brasil novo, coerente, produtor e exportador, já que somos o celeiro do mundo e aqui em se plantando tudo dá, inclusive para suprir as necessidades globais.
Vamos agir com coerência. Vamos votar por uma nação completa e com possibilidades de um imediato progresso que, sem dúvidas, refletirá no bem-estar de nossa população. Pensem no assunto, se puderem ajudar nestas eleições, o Brasil lhes ficará eternamente agradecido.
* Itamir Crivelli, é advogado, colaborador do JC e do Ju Machado-Escritório de Arte.