“O ser humano nasce com uma gama infinita de potencialidades que somente a partir de suas crenças pessoais e da sua relação com ambiente constrói o seu cotidiano, podendo escolher limitar-se ou romper com os obstáculos do próprio crescimento: nesse sentido, responsabiliza-se por sua existência e pelo dela ele fazâ€.
O diretor e consultor da Gonçales & Associados e coordenador da Grupo de Desenvolvimento de Profissionais de Recursos Humanos (Interhação), Marcelo Herrera Gonçales, fez deste pensamento a sua crença e, partindo desta idéia, vai proferir uma palestra no dia 25, a partir das 19h, que pretende despertar o “brilho nos olhos†de seus participantes.
Segundo ele, durante a vida, os profissionais que almejam a felicidade pessoal e no trabalho devem descobrir o momento de romper com o dia-a-dia, muitas vezes limitante, para reconquistar a satisfação pela vida.
“Para isso, quem quer voltar a ter prazer em casa e no ambiente profissional deve tentar coisas diferentes. Deve buscar alternativas à rotina óbvia. Através dessas novas experiências, pode identificar outras potencialidades e competências, que vão fazer a diferença tanto em casa quanto foraâ€, explica Gonçales.
Contudo, para que essa mudança seja efetiva, em muitos casos, o profissional precisa transformar suas crenças pessoais. “A minha proposta é fazer com que as pessoas analisem tudo aquilo em que acreditam e verifiquem o que está velho e precisa mudarâ€, ressalta.
Na opinião de Gonçales, que é graduado em psicologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), nesse processo, os valores pessoais precisam ser reanalisados, já que muita gente vive representando papéis que lhes são impostos. “Um dia a máscara caiâ€, anuncia.
Marcelo Gonçales, que tem pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), vai defender para empresários, líderes e profissionais de Recursos Humanos que todas essas transformações devem partir deles mesmos, já que também têm como atribuição estimular o trabalho e a satisfação de seus funcionários.
“Muitas vezes, o próprio empresário perde o brilho nos olhos. Como cobrar dos outros, então? Em várias circunstâncias, sentamos como passageiros no carro da vida e perdemos a satisfação por ela. Minha proposta é fazer com que as pessoas sejam estimuladas a assumir o volante e o comando da vida e, assim, construir um futuro de realização, a partir do momento presenteâ€, conclui.