RH & Tendências

Despertar o 'brilho nos olhos'

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

“O ser humano nasce com uma gama infinita de potencialidades que somente a partir de suas crenças pessoais e da sua relação com ambiente constrói o seu cotidiano, podendo escolher limitar-se ou romper com os obstáculos do próprio crescimento: nesse sentido, responsabiliza-se por sua existência e pelo dela ele faz”.

O diretor e consultor da Gonçales & Associados e coordenador da Grupo de Desenvolvimento de Profissionais de Recursos Humanos (Interhação), Marcelo Herrera Gonçales, fez deste pensamento a sua crença e, partindo desta idéia, vai proferir uma palestra no dia 25, a partir das 19h, que pretende despertar o “brilho nos olhos” de seus participantes.

Segundo ele, durante a vida, os profissionais que almejam a felicidade pessoal e no trabalho devem descobrir o momento de romper com o dia-a-dia, muitas vezes limitante, para reconquistar a satisfação pela vida.

“Para isso, quem quer voltar a ter prazer em casa e no ambiente profissional deve tentar coisas diferentes. Deve buscar alternativas à rotina óbvia. Através dessas novas experiências, pode identificar outras potencialidades e competências, que vão fazer a diferença tanto em casa quanto fora”, explica Gonçales.

Contudo, para que essa mudança seja efetiva, em muitos casos, o profissional precisa transformar suas crenças pessoais. “A minha proposta é fazer com que as pessoas analisem tudo aquilo em que acreditam e verifiquem o que está velho e precisa mudar”, ressalta.

Na opinião de Gonçales, que é graduado em psicologia pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), nesse processo, os valores pessoais precisam ser reanalisados, já que muita gente vive representando papéis que lhes são impostos. “Um dia a máscara cai”, anuncia.

Marcelo Gonçales, que tem pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), vai defender para empresários, líderes e profissionais de Recursos Humanos que todas essas transformações devem partir deles mesmos, já que também têm como atribuição estimular o trabalho e a satisfação de seus funcionários.

“Muitas vezes, o próprio empresário perde o brilho nos olhos. Como cobrar dos outros, então? Em várias circunstâncias, sentamos como passageiros no carro da vida e perdemos a satisfação por ela. Minha proposta é fazer com que as pessoas sejam estimuladas a assumir o volante e o comando da vida e, assim, construir um futuro de realização, a partir do momento presente”, conclui.

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