Sob o título “Trabalho informal decente?â€, o leitor Fabrício Carlos Genaro publicou uma carta nesta coluna, na edição de quinta-feira, dia 24/10, criticando a regulamentação de espaço dos camelôs em Bauru e o presidente da Associação dos Informais, Amilcar Coelho. Acreditamos ser injustas as críticas a esse senhor pelos motivos que elencamos. Durante os cerca de dois anos e meio de discussões do problema na Câmara, Amilcar Coelho lá estava, acompanhando e participando dos trabalhos. A Secretaria do Planejamento da Prefeitura de Bauru considera precipitadas quaisquer avaliações, mesmo porque não foi implantado todo o processo, ainda. A Seplan avalia que todo o trabalho realizado até agora foi altamente positivo porque a delimitação de espaço garante aos trabalhadores da economia informal que o seu local de comercialização não pode ser invadido por estranhos. Quanto à geração de empregos e rendas, está previsto na lei que a Sebes estará desenvolvendo um programa de qualificação profissional junto aos participantes do plano. Quanto ao direito de ir e vir, trata-se de um princípio básico consolidado do qual não abrimos mão, nem discutimos qualquer alternativa que não seja esta, isto é, esse direito pleno. Não temos dúvida de que já houve um grande avanço, conquista reconhecida por muitos e outros aspectos positivos ainda se tornarão evidentes à medida em que todo o plano seja implantado. (Secretaria do Planejamento e Assessoria de Imprensa da Prefeitura Municipal de Bauru)
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