“Parabéns!â€
É bem verdade que boas notícias para o bauruense, principalmente vindas dos detentores do poder da Praça das Cerejeiras, são coisa rara, para não dizer até mesmo impossíveis.
Oito radares estão aplicando aos bauruenses 1.300 multas mensais, com um faturamento em torno de no mínimo R$ 161.000,00 (cento e sessenta e um mil reais), isso se fosse aplicada somente multa de R$ 124,00. O que não é!
Claro que penalizar o bauruense é coisa rotineira, ainda sob o pretexto de que estamos derrubando o índice de acidentes, o que também não acontece. Diga-se de passagem, o “guarda de tocaia†implantado, além de não resolver o problema trouxe pânico à população ordeira, pois somente penaliza aquele que por ali passa desatentamente, porque o irresponsável naquele local passa dentro dos limites estabelecidos, mas depois, ninguém segura o danado. Prova disso é que não diminuiu o número de acidentes na cidade.
Essa fábrica de multas está retirando do mercado valores que deveriam circular na cidade mensalmente, gerando riqueza para a população, arrecadação de impostos para o poder público, dentre inúmeros benefícios, mas ao contrário, gera pânico, tristeza e ódio quando se recebe uma multa e se paga, coisa que no passado não acontecia com o povo bauruense.
Quero desde logo me comprometer com o candidato a prefeito em 2004 a trabalhar e votar, desde que se comprometa em retirar nos primeiros cinco (5) minutos de administração em 2005, em uma penada, todos os indesejáveis radares das ruas, devolvendo tranqüilidade, harmonia e paz à população de nossa cidade e região. Frisa-se, sem exploração.
Ora, se “cada povo tem o governo que mereceâ€, esse ditado popular não se deve aplicar em Bauru, porque essa população não merece esse desgoverno que aí está. (Rubens Spíndola - advogado)