João Ramão da Silva, gerente do circo, que considera a lei municipal um equívoco, diz que contratou mais artistas para substituir os números com animais selvagens. “Contratamos artistas na última hora e o espetáculo não vai parar. Esperamos que o público compareça em pesoâ€, afirmou ele ontem à tarde ao JC.
Ele frisa que o circo tem várias atrações de destaque, além dos animais. “Vamos apresentar o globo da morte com cinco motos, o cesto espacial, mágico, malabaristas, contorcionista, trapezista, acrobata aérea, corpo de dança e palhaçosâ€, enumera. “E os animais selvagens, que não podem participar dos números, serão mantidos ao lado da lona e poderão ser vistos pelo públicoâ€, diz.
Apesar da dificuldade em obter o alvará, Silva pretende permanecer em Bauru, com espetáculos diários, até o dia 16. “Durante a semana, às 20h30; aos sábados, às 18h e 20h30 e aos domingos, às 16h, 18h e 20h30â€, afirma.
Silva argumenta que mantém funcionários e investiu na instalação e divulgação do circo em Bauru e por isso não poderia deixar de fazer as apresentações na cidade. Devido à alteração dos números a serem apresentados, a direção do circo reduziu os preços dos ingressos. “Vamos cobrar R$ 7,00 de adultos e R$ 5,00 de criançasâ€, afirma.