Tribuna do Leitor

Diretamente aos inflexíveis


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Os alunos da EE “João Gobbo Sobrinho”, do município de Taguaí, Estado de São Paulo, escrevem esta carta para protestar quanto a atitude tomada pelos funcionários da recepção do Zoológico de Bauru, no dia 26/11/2002. A escola, durante todo o ano para incentivar os alunos a se empenharem em seus estudos e não faltarem às aulas, promove uma excursão para os estudantes que melhor se destacaram. Nesta viagem, foram escolhidos 56 alunos para passear em Bauru. Devendo inicialmente ir ao Zoológico, depois ao Shopping e ao cinema. Após quatro horas de viagem, por problemas mecânicos no ônibus cedido pela Prefeitura Municipal de Taguaí, os alunos chegaram uma hora atrasados e não foi permitido que entrassem, alegando que o número de monitores que os acompanhavam era insuficiente. Não foi possível fazer um revezamento de monitores e alunos, não levando-se em consideração a distância, o tempo e as expectativas dos alunos. Nós achamos que não estaríamos desrespeitando as normas se a turma de alunos fosse dividida e acompanhada pelos monitores fazendo um revezamento. A direção do Zoológico deveria contextualizar a situação e ser mais flexível. Imagine se por atraso ou rigidez das regras os visitantes fossem barrados no portão. Este Zoológico não seria um ponto turístico e de aprendizagem, mas um depósito de animais. (Conceição Luiza Peijo Alves - RG 16.983.389)

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