Na edição de terça-feira, 17/12, a leitora Marly Therezinha Paschoarelli, com a carta intitulada “Novo impostoâ€, confessa-se “extasiada†com a Contribuição para a Iluminação Pública (CIP) que se pretende implantar em Bauru. E chama a atenção do prefeito para o fato de, na condição de advogado, se dispor a cobrar uma taxa que foi considerada ilegal. Sem dúvida, há reparos a serem feitos na afirmação. Também somos, por aqui, contra a proliferação de impostos, aliás, um exagero, no Brasil. E neste momento, nem haveria a pretensão, desta Administração, na busca de um novo imposto para o nosso Município. Essa contribuição existiu em Bauru durante 15 anos, de 1984 a 1999, com o nome de Taxa de Iluminação Pública (TIP), vinha na conta de luz e cada um pagava uma quantia quase que insignificante, tanto que quando saiu, quase ninguém percebeu. Ela foi suprimida por ação deliberada de um grupo político bauruense que só tinha como objetivo criar dificuldades para o nosso prefeito, que estava assumindo a administração da cidade, então em frangalhos. Trata-se do grupo que tem como filosofia o “quanto pior, melhorâ€, ou, “se podemos dificultar, por que ajudar?â€. A taxa era mínima, mas na somatória geral é que ajudava muito a Prefeitura a expandir a rede elétrica, iluminar ruas e bairros inteiros, levando conforto, embelezamento e segurança à cidade inteira. Já está provado que com mais iluminação há menos assaltos, furtos e acidentes de trânsito. É bom lembrar à leitora que o prefeito, como advogado, cumpre, sim, a lei, só apoiando a medida para melhorar Bauru caso seja aprovada pelo Congresso Nacional, portanto, tornando-se lei. Voltando ao excesso de impostos: se há uma contribuição pequena, necessária, bem-empregada, 100% em favor da população, é a CIP. Prova disso é que mesmo depois que a TIP foi extinta em Bauru, cidades da região como Duartina, Arealva e Avaí, além de Araraquara, um pouco mais distante, continuam a cobrá-la. Cara leitora, não se trata de um novo imposto, mas um recurso importante em favor da população que se pretende recuperar. (Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Bauru)
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