Leitores queridos, bom dia! O desejado Natal 2002 está batendo às portas de todos, lembrando o nascimento do excelso Menino que, há 2 mil anos consecutivos, renasce para a humanidade a todo instante. E como os Adventos inspiram sempre uma expressiva aura de ternura, este é um dia de fé, paz, fraternidade e esperanças que se renovam. Não podemos, conseqüentemente, deixá-lo passar sem o carinho de uma mensagem amiga dirigida a todos vocês. Não, não podemos! Se o fizermos estaremos entristecendo o nosso próprio coração. Então, queremos desejar a vocês e a todos os seus o que houver de melhor, agora e sempre, para que vivam eternamente felizes. E temos de desejar isso, também, aos habitantes de outros planetas, principalmente aqueles que a insanidade de tantos desumanos vem mantendo deitados indefinidamente na esteira litigiosa das contendas bélicas, com isso eliminando os gestos de amor e respeito instituídos por Deus, o qual, então, sentindo a amargura do desamor adverso, aí está dizendo com lágrimas nos olhos: “Sobrevoei um mundo de trevas densas, habitado por seres de mil crenças/. Aturdidos, desesperados, conturbados, despidos, corpos chagados, doentes, olhos fechados, ouvidos tapados, caminhando e tropeçando alucinados numa só direção, de encontro a um paredão/. Enviei a eles meus amigos para avisá-los. Ouvidos tapados, não ouviram/. Lancei sobre eles a minha luz, olhos fechados não a viram/. Desci para ajudá-los, prenderam-me na cruzâ€.
Comove, sem dúvida, a advertência do Senhor, à qual deveriam ater-se todos quantos estão aqui na terra, gerada pelo Pai para que seus filhos vivam sob o fulgor das suas luzes e possam irradiá-las alegremente a quem delas precise. É o que desejamos para todos, com os nossos votos de uma vida em que lhes seja possível o alcance de todas as suas esperanças. Que ninguém mais seja empurrado para o martírio da cruz a fim de que a felicidade de todos possam vir a ser o paraíso de fraternidade para que foi o universo gerado. E que as orações de hoje sejam evocativas da felicidade que todos precisam desejar para todos.
A essa conceituação se pode aplicar a “grande verdade†deixada por Madre Teresa de Calcutá, que diz: “Tenha a certeza de que a pele se enruga, o cabelo enbranquece, os dias convertem-se em anos... Mas o que é importante não muda; a tua força e convicção não têm idade. O teu espírito é como qualquer teia de aranha. Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida. Atrás de cada conquista, vem um novo desafio. Enquanto estiveres vivo, sinta-te vivo. Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo. Não vivas de fotografias amarelecidas... Continua, quando todos esperam que desistas. Não deixes que enferruge o ferro que existe em ti. Faz que em vez de pena, te tenham respeito. Quando não consigas correr através dos anos, trota. Quando não consigas trotar, caminha. Quando não consigas caminhar, usa uma bengala. Mas nunca te detenhas!!!†(N. Serra, jornalista responsável do JC e delegado regional da Associação Paulista de Imprensa e da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado)
PS: - Agradecemos e retribuimos as mensagens natalinas que nos enviaram os amigo(as) Verônica e Hermógenes de Oliveira, Albina e Carlos Quággio, Teresa de Lourdes e Carlos Monteiro, Maria de Lourdes Martha Pinho, Cecília e Paulo Vannini, e Adélia Rabello - SP.