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Grupo vive de apoio de entidades

Sabrina Magalhães
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O grupo de manifestantes que ocupou terras do Horto Florestal de Aimorés em Bauru, ontem pela manhã, afirma não ter qualquer vínculo com movimentos partidários, de sem-terra ou sem-teto. De acordo com a integrante que se identifica como Rose, trata-se apenas de uma união de famílias necessitadas que lutam por um interesse comum: um “pedaço de chão”.

Segundo ela, o grupo tem o apoio de vários sindicatos, do Movimento da Agricultura Familiar (ligado à Central Única dos Trabalhadores - CUT) e da Comissão Pastoral da Terra ligada à Igreja Católica (CTP).

Procurado pela reportagem, o diretor do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, Marcos Silvestre, afirma que desconhecia esta ocupação e que a entidade não foi procurada para dar apoio ao grupo.

“Nós apoiamos integralmente o Movimento dos Sem-Terra (MST) e já apoiamos vários outros movimentos deste tipo. Precisamos conhecer este grupo, saber quais os objetivos deles, qual a área ocupada. Dependendo do que for, podemos vir a apoiá-los sim. Por enquanto, porém, estamos sabendo da ocupação agora”, explica.

Representantes de outras entidades que tradicionalmente apóiam manifestações e ocupações de sem-terra foram procurados, mas não foram localizados pela reportagem.

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