O fechamento da ponte (mal feita, ou mal projetada?) que arrancou elogios da presidente do Conseg-Sudeste nos dá direito a alguns comentários e questionamentos: 1.º) O que pensa o nosso amigo Waldir Caso, presidente do Conseg-Leste? 2.º) O CREA, órgão fiscalizador, que providências está tomando? Sabemos da responsabilidade por um período de 5 anos do engenheiro construtor, mas e o poder público? 3.º) Não acompanhou? 4.º) Não vistoriou quando recebeu? 5.º) Qual a responsabilidade da Secretaria de Obras? 6.º) Quem era o secretário de Obras na época? O mesmo que se recusava a dialogar com os leigos que o alertaram sobre a possibilidade da queda da cabeceira da ponte do Beija Flôr (que, por sinal, caiu duas vezes)?
Elogiar responsabilidade esquecendo-se dos transtornos causados é lamentável. Mudando de assunto: com relação à alfinetada do Rubão (JC, 11/1, pág. 3), que se deve investigar a fundo e de maneira isenta todos os “envolvidosâ€, inclusive quem usa “veículo†público para viagens particulares, eu sugiro que se verifique no período da campanha para deputado, quem foi o vereador que ficou com veículo da Câmara nos fins de semana; se encontrarem algum, por favor incluam na CEI, para que se explique(m), e solicitamos a CEI da ponte, urgente. (Roberto Lima de Almeida - presidente da Ass. Mor. B.Flor/M.Dota; Eduardo José Faustino - vice-presidente da APEP)