Cerca de 70 funcionários que trabalham na construção do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru cruzaram os braços durante o dia de ontem. De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Cláudio da Silva Gomes, eles reivindicam o pagamento de salários, que estaria atrasado pelo segundo mês, e a regularização do contrato.
Para a construção do CDP de Bauru, a Secretaria de Administração Penitenciária contratou uma empreiteira, que terceirizou o serviço. A previsão é de que as obras, iniciadas em junho do ano passado, terminem em aproximadamente três meses.