Pouco houve para se comemorar em 8 de março, Dia da Mulher. Viemos de uma dinastia de submissão e esta pretende ser negada. Por mais que muitas queiram, a igualdade entre homens e mulheres é um ponto totalmente utópico. Cada um tem seu devido papel no filme da vida. Infelizmente, está ocorrendo a inversão deste.
Ser submissa, na questão teológica, é (ou deveria ser) causa de orgulho. Sub-missão, a palavra bem entendida quer revelar que a mulher deve ser “o apoioâ€, “a baseâ€, “o alicerceâ€, “a força†que impulsiona o homem para realizar a missão que cabe a ele. A mulher deve ser o ponto de equilíbrio, o porto seguro. Pois como já “profetizou†Humberto Gessinger: “Pra agüentar o que der e vier só a força de uma mulher...â€, ou como diria Vinícius de Moraes: “... Mulher, feita apenas para amar...â€
Nossa luta e real comemoração deveriam ser pelo fato de “nossa força†ser um lance visceral e insubstituível! (Damaris Ribeiro Silva - RG: 30.833.020-1)