Faz sete anos que nosso irmão partiu - Jehovah de Oliveira (Valzinho). O saudoso companheiro jornalista faleceu em 27/1/1996, com a idade de 74 anos. É sempre bom meditarmos na realidade dura da morte. Quantas vezes já estivemos diante do corpo lívido de um parente ou amigo. Um pedaço de nós foi embora. Não chegamos a compreender o motivo absurdo da morte. Evidentemente, ninguém pode viver para sempre na forma do corpo. Tudo tende a crescer, amadurecer e morrer. Sabemos por nosso fé, que a vida não é tirada, mas transformada com a chegada da morte. Jesus nos fala de uma vida eterna. Hoje, como sempre acontecerá, braçadas de flores, símbolo de uma saudade que não morre, irão cobrir o túmulo do nosso saudoso Valzinho que 7 anos atrás o Senhor já chamou a si; na laje fria do mausoléu do amigo dorme uma saudade e dorme uma esperança. Dorme saudade daquele companheiro que ontem estava ao nosso lado (nosso professor de Jornalismo). Uma frase que Valzinho usava sempre: “Felizes, sábios e bem-aventurados os que mantêm a serenidade, seguindo em frente de alma leve e contente, a luz de uma estrela, sem perder jamais o chão da realidade.†Enfrentava a vida com seus múltiplos problemas. Dorme a canção e o riso de uma criança, o consolo de filhos, netos, genros, irmãos, amigos e o carinho de uma esposa, que tudo desmoronou ao redor, quando a morte entrou naquele lar feliz... E por isso que hoje ou talvez amanhã, ou para sempre, as flores e as lágrimas dirão, em feixes de cores, que a recordação daquele que nos deixou há sete anos continua viva dentro de nós. Apoiado na morte e ressurreição do Senhor, temos condições de afirmar que sua vitória é nossa também.
No dia de hoje, aliás, como o fazemos diariamente, rezamos pela alma do nosso amigo Valzinho. Esperamos que nosso Pai acolha nossos pedidos. Sobretudo feitos na Eucaristia e já recebeu na felicidade eterna nosso companheiro falecido com esta mensagem, que era o perfil do nosso amigo Valzinho, nos despedimos saudoso: até breve, amigão! “O homem que vence na vida é aquele que viveu bem, riu muitas vezes e amou muito; que conquistou o respeito dos homens inteligentes e o amor das crianças; que preencheu um lugar e cumpriu sua missão; que deixa o mundo melhor do que encontrou, seja com uma flor, um poema perfeito ou o salvamento de uma vida; que procurou o melhor nos outros e deu o melhor de si...â€
Valzinho deixou no coração de cada um uma afeição que jamais se extinguirá. Dai-lhe Senhor em felicidade no céu, o que nos deu com ternura, sabedoria e amor na terra. Saudade dói, faz chorar... Valzinho será sempre uma luz clareando nosso peregrinar. Obrigado por tudo, Jehovah, nosso amigo, colega e irmão nas labutas da fé, da comunicação - Jornalismo. (João Álvares - da Ordem dos Velhos Jornalistas do Estado; da Associação Paulista de Imprensa - reg. n.º 2069)