A mãe natureza protege seus filhos, cuidando de detalhes muitas vezes imperceptíveis. Por exemplo, no mundo vegetal, pesquisadores da Universidade de Kioto, Japão, constataram recentemente que a planta de feijão lima, quando atacada por insetos predadores, libera substâncias químicas com propósitos de se defender e alertar as outras plantas.
No mundo animal, as tartarugas cabeçudas possuem uma bússola biológica na cabeça, que indica o norte, para não se perderem no oceano e se manterem afastadas das águas geladas.
Neste mundo inseguro, o homem sem fé, geralmente, subestima algumas proteções.
Se não bastassem a inteligência, as experiências acumuladas, a troca de informações com outras pessoas e as orações, o sistema de segurança do ser humano é dotado da intuição, algo que se manifesta com ajuda do “terceiro olho”, simbolicamente falando, que é traduzida também como pressentimento ou impressão instantânea inicial.
Não é fácil definir a intuição, mas é aconselhável compreendê-la através da própria manifestação.
Sabe-se hoje que , durante o sono, as faculdades mentais, de maneira geral, ficam ampliadas e obtém muitas informações precisas. Basta ver que os inventores Benjamin Flankin e Thomas Edson conscientes disto abusaram dessa dádiva, utilizando o dormir para resolver seus problemas. Ao acordarem, tinham as respostas claras em suas mentes, que as chamavam de intuições.
Nada é por mero acaso. Se nos foi dado essa ferramenta, com certeza é porque necessitamos dela, principalmente nos tempos atuais, cheios de complexidades e ameaças.
A não utilização da intuição é considerado desperdício do recurso e risco na certa.
Pense nisso!
Sugestão
Dê ouvidos à intuição. Desta forma, exercitamos a fé em Deus e em nós mesmos.
Davison de Lucas - Diretor da M. Davison & Associados www.mdavison.com.br