Tribuna do Leitor

Uma missão divina


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Li no JC de hoje (15/4) sobre um assalto cujo desfecho culminou com a morte de um assaltante por um policial militar. Na mesma nota o comandante do policial informa procedimentos da corporação em relação ao policial que no cumprimento do dever foi obrigado a agir com o mais absoluto rigor. Percebe-se que o comando se preocupa e com muita razão que não fique dentro do ser humano policial nenhum resquício que venha prejudicá-lo no futuro.

Fique sabendo o policial e a polícia de forma geral que nós, alvos de bandidos que estão querendo transformar nossas ruas em campos de batalha, somos totalmente solidários a esse tipo de desfecho. Não defendemos a idéia de que temos que nos armar para a guerra e nem torcemos para que a polícia seja agente exterminador, mas para manter a ordem se for preciso (e nesse caso foi), para defender os direitos e a tranqüilidade de nós outros que trabalhamos para o progresso da nação, que assim seja feito, afinal de contas o extinto nesse caso, já havia passado por detenções, semi-aberto (de onde se encontrava ausente no dia do assalto) e embora não tenhamos um modelo exímio de reeducação, para esse delinqüente de nada valeu.

A ação policial que culminou com a morte do bandido com certeza ajudou a futuras vítimas nem conhecê-lo. Com ajuda desse policial correto e cumpridor dos seus deveres, estamos livres de mais um facínora. Posso assegurar que apoiamos e apoiaremos sempre desfechos desse tipo, e nos sentimos parcialmente aliviados por sabermos que ainda tem quem nos proteje. Graças a Deus. (Vítor Rodrigues Ruiz - RG 11.225.892)

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