Bairros

Sebes quer descentralizar assistência social

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 1 min

Para amenizar os problemas sociais em Bauru, a Secretaria Municipal do Bem-Estar Social (Sebes) acredita que uma boa medida é a descentralização dos serviços prestados à comunidade.

Entre iniciativas governamentais e não-governamentais, existem hoje em Bauru 95 programas. A rede atende 14.345 pessoas.

A Sebes conta com um plantão social no Centro da cidade que oferece orientação às famílias carentes. A maior parte dos programas sociais estão na periferia e são executados através dos Núcleos de Atendimento à Família (NAFs).

Os NAFs estão localizados no Parque Júlio Nóbrega (atendendo também a população do Ferradura Mirim e região), Parque Jaraguá e Pousada da Esperança. Eles prestam assistência jurídica e psicológica à família, oferecem cursos de geração de renda e encaminhamento de adolescentes, entre outras prestações de serviço.

A prefeitura pretende em breve instalar um NAF na região Sul da cidade para atender às comunidades do Parque das Nações, Vila Zilo e arredores. “A idéia do NAF é ser uma referência no bairro”, diz Sandra Scriptore, titular da Sebes.

A secretária enfatiza que as entidades sociais espalhadas pela cidade e cadastradas na Sebes, governamentais ou não, seguem um plano aprovado pelo Conselho Municipal de Assistência Social.

“Ninguém faz aquilo que acha que deve fazer. Essas entidades desenvolvem aquilo que a política de assistência social quer no Município”, explica.

O orçamento da Sebes previsto para este ano é de R$ 7 milhões. Os programas governamentais são mantidos com verba municipal.

As entidades sociais recebem R$ 1,2 milhão do Município, aproximadamente R$ 1 milhão do governo estadual e cerca de R$ 400 mil do federal. As informações são da Sebes.

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