Elas são, para mim, atrações irresistíveis e por isso já vivi momentos de muita alegria, quando, fora daqui de Bauru, e até mesmo em Portugal, já deparei com livros meus em algumas delas. Nessa mais recente, de 9 a 16 de abril último, estive presente, em todos os dias, juntamente com a colega da Academia Bauruense de Letras, a escritora Marina Monteiro Cardoso, consagrada autora de livros infantis, merecidamente,
Incumbidas que fomos, pelo nosso Presidente, Munir Zalaf, de fazer presente a Academia a que pertencemos, lá fomos nós, com nossos livros, sem visar interesse de comercialização, porque nossas editoras o fazem por nós, mas interessados sim em divulgar a nossa academia, conversando com os visitantes de Bauru e de toda a região, que lá estiveram, em caravanas e até mesmo particularmente.
Faziam-nos toda a sorte de perguntas, principalmente as crianças e algumas perguntas delas eram mesmo engraçadas, do tipo “dói a mão para escrever”, “e o que você pensa quando está escrevendo” de outras similares. Também, no bruauá daquele burburinho todo, de vozes adultas e infantis, consegui capatar algumas frases interessantes, como a de um jovem que em conversa com os colegas que o rodeavam, de repente disse: Ela disse que não gosta de ler, pois devia procurar gostar, para não falar tanta besteira. Quem lé sabe o que fala”, no que aplaudi e avalizei a preciosa informação, que aproveito para passar aqui a outros jovens estudantes, principalmente, uma vez que eles precisam, cada vez mais, saber o que falam para poder ser alguém na vida pessoal e profissional. (Isolina Bresolin Vianna - Academia Bauruense de Letras - cadeira 12)