Em referência à missiva do dr. Argemiro, em 10/4, gostaria de poder assinar embaixo no que diz respeito à invasão da casa alheia. Ora pois, vou ‘tacá’ um pedaço de pau, um chinelo, sapato, pedra, qualquer coisa que tiver a meu alcance em qualquer um que tentar invadir minha casa. De forma alguma concordo com o regime de Saddam, um reconhecido sanguinário covarde que assassinou milhares, senão milhões, em nome de si mesmo, nem a família foi poupada quando do fim de seus genros, mas daí até mandar todo seu arrogante poderio bélico para cima de guerreiros equipados com pouca coisa melhor que um estilingue vai uma distância enorme só não reconhecida por estar acobertada na cegueira de um cowboy estúpido, de reconhecida burrice e insensibilidade paquidérmica que se regozija ao ver um povo faminto dando sapatadas em retratos de um ser que só os fez sofrer.
O chamado efeito colateral não seria também um ato de terrorismo ao dizimar em um “perigoso” supermercado dezenas de inocentes? O “fogo amigo” não seria uma insensatez que parte de um povo que parece ter em seu DNA a sanha do extermínio como mostrada em centenas de filmes onde o mocinho exterminava toda uma aldeia de índios porque eram muito perigosos? Não sou chegado em radicalismos, mas tenho que confessar: não ponho meus pés no hipermercado desse povo, não como no grande M, que me desculpe seu diretor que é daqui, mas aquilo é um símbolo do consumismo do império que um sujeito quer instalar em nosso planeta à custa de mortes e mais mortes em favor de reservas petrolíferas que possam dar continuidade ao imenso desenvolvimento de seu país O interesse dele é pessoal, não é outro senão seu círculo de petroamizades (argh!). Infelizmente o que veremos será um infindar de queimas da bandeira que eles tanto prezam. Tomara eu esteja completamente enganado. (Marco Labão - RG 8.219.543)