A Secretaria Municipal de Obras concluiu a instalação de galerias pluviais na avenida Getúlio Vargas entre as quadras 17 e 25, trecho que desde abril estava interditado ao trânsito para a execução dos serviços. Porém, logo esse trecho da via deverá ser interditado novamente, para duplicação.
Como serão iniciadas novas obras, o asfalto da avenida na altura da quadra 25, retirado para instalar as galerias, não chegou a ser refeito, explica o secretário de Obras, Antônio Carlos Duarte. “Esse trecho também está liberado ao trânsito, mas está na terra, com buracos. A nossa proposta é que a duplicação da avenida comece pela baixada, que é o trecho crítico”, afirma.
Devido aos buracos na quadra 25, a orientação de Duarte é que os motoristas continuem usando o desvio pela rua Raja Gebara, rua Severino Lins, para acesso à rua das Festas e, finalmente, rodovia Marechal Rondon, nos dois sentidos.
Ele não soube precisar quando a duplicação começará, mas disse que entrará em contato com a empresa vencedora da licitação hoje e pedirá que inicie o serviço quanto antes.
A duplicação da Getúlio Vargas entre as quadras 17 e 25, que inclui rotatórias, está orçada em R$ 600 mil. A previsão da prefeitura é que a obra seja concluída em setembro. Só a instalação de galerias custou cerca de R$ 500 mil à prefeitura.
Carlos Roberto Ribeiro, que passa todos os dias pela Getúlio Vargas, reclama das condições da via na quadra 25. “O que adianta liberar a avenida ao trânsito com um trecho na terra e com buracos?”, questiona.
Ele admite que toda obra causa transtorno, mas acha que os serviços poderiam ser feitos com mais rapidez. “Demoraram um mês e meio para fazer as galerias e não sabemos quanto tempo mais vão gastar para duplicar”, diz.
Lúcia Antônia Freitas, que mora em um prédio da quadra 25 da Getúlio Vargas, também reclama da demora na conclusão das obras. “A gente entende que isso tudo é para melhorar, mas está difícil agüentar tanta poeira. Aqui em frente está tudo na terra. Imagine quando começar a tal duplicação”, frisa.